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Bayonetta 3 tem nova mecânica chamada Demon Slave

  Yusuke Miyata, o diretor de Bayonetta 3, explicou no site da Platinum Games uma das novas mecânicas que apareceu no trailer de ontem, reve...

 Yusuke Miyata, o diretor de Bayonetta 3, explicou no site da Platinum Games uma das novas mecânicas que apareceu no trailer de ontem, revelado no final do Nintendo Direct.



A nova mecânica chama-se Demon Slave e funciona de forma diferente das invocações Climax dos jogos anteriores. Previamente, as invocações Climax derrotavam automaticamente os adversários. Com a mecânica Demon Slave, os jogadores vão poder controlar as ações dos demónios.

"As habilidades de cada demónio variam e existem vantagens em certas situações que podem mudar. Quantos existem? O que mais podem fazer? Bem, há muitas mais coisas que gostaria de contar, mas por enquanto tenho que parar por aqui," escreveu Yusuke Miyata.

O diretor do terceiro jogo adianta que há muita informação escondida no trailer, encorajando os jogadores a verem-no novamente. Bayonetta 3 está previsto para 2022 na Nintendo Switch.

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Death Stranding Director's Cut review - Obra-prima

  Em 2019 tivemos o   primeiro trabalho de Hideo Kojima   após a sua separação da Konami, quebrando um longo período de incertezas sobre que...

 Em 2019 tivemos o primeiro trabalho de Hideo Kojima após a sua separação da Konami, quebrando um longo período de incertezas sobre que rumo o mestre japonês iria tomar e, principalmente, sobre qual seria próximo projeto. Singular como sempre, parte para uma nova proposta de onde nasce a ideia original de um simulador de caminhadas, ou melhor, cria um trabalho em redor de um sistema de entregas com fortes ligações sociais. Alia-se mais uma vez à Sony para dessa forma conseguir concretizar uma obra marcante e impactante com traços de genialidade, mas também rodeada de alguma polémica, como sempre nos seus trabalhos.



É impossível agradar a todos e Death Stranding está nesse leque, onde ou se ama ou se odeia com todas as forças. Um jogo com uma jogabilidade peculiar, sustentada numa narrativa que tende a ser ambígua, mas completamente idealizada para uma abordagem vídeo jogável díspar e sem precedentes nesta indústria. Ninguém estava à espera duma aposta desta natureza e com estas características, o que mais uma vez surpreendeu tudo e todos, obviamente. Kojima raramente nos defrauda, mesmo que não sejamos admiradores dos seus trabalhos, não há que negar as suas audazes investidas para quebrar tabus e ideais com conceitos predefinidos e amarrados a formatos desgastados e presos ao passado.

O surgimento de Death Stranding Director's Cut é encarado como um processo natural e esperado. Com a chegada das consolas mais poderosas muitas produtoras têm aproveitado para atualizar, melhorar, e até acrescentar conteúdos aos títulos lançados nas máquinas da anterior geração. Lançado há quase dois anos no PlayStation 4, cedo se notou que Death Stranding necessitava de mais poder bruto para esticar as pernas. Nem mesmo a PS4 Pro com o seu poder superior era capaz de levar este ambicioso projeto até à visão derradeira originalmente idealizada. A Director's Cut faz renascer este conceito em todo o seu fulgor graças às capacidades superiores da PlayStation 5, colando-se em pé de igualdade à deslumbrante versão lançada em julho de 2020 para PC.

"Director's Cut faz renascer este conceito em todo o seu fulgor com as capacidades superiores da PlayStation 5"

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Mas vamos ao que realmente interessa, as adições e melhorias nesta edição definitiva de Death Stranding. A visão da narrativa original é um tremendo labirinto de acontecimentos que nos deixa com mais perguntas que respostas. Na Director's Cut temos a expansão de uma das ramificações, com uma nova área a explorar para onde somos conduzidos através de novas missões. Não é muito longa, mas confere novidade no seu ponto narrativo e volta a despertar aquele bichinho explorador que temos cá dentro de nós. Confesso que senti uma sensação de ser curto, ou então a minha fome por novidades era tanta que devorei todo o conteúdo expandido da narrativa sem devidamente o saborear.

Obviamente que tendo jogado a versão PC, o impacto inicial não foi tão surpreendente, mas quem não o jogou nessa plataforma sentirá todas as diferenças. Tive que fazer um reset ao meu cérebro, voltando a jogar o original para me inteirar do seu estado na plataforma da anterior geração. Após um tempo considerável, era o momento de verificar Director's Cut no PlayStation 5, para dessa forma constatar que o salto de uma máquina para a outra é mesmo gigantesco. Francamente, já não consigo jogar a 30 fotogramas por segundo e novamente reforço essa posição. Temos jogos que são completamente transformados com a duplicação da fluidez, seja na sua jogabilidade mais responsiva ou simplesmente através da aceitação física dos nossos olhos a uma apresentação menos prejudicial e sem compromissos que quebrem a imersão.

"É notória a intensão da Kojima Productions, tenta desmistificar a complexidade com "ajudas" que tornam a progressão inicial mais célere e menos penosa. "

Este pacote vem recheado de melhorias que considero cirúrgicas, desde os visuais e respetiva performance passando por outras relacionadas com as novas ferramentas que impulsionam a jogabilidade. As mecânicas tornam-se mais eficazes e sobretudo melhoram a experiência global com uma jogabilidade expandida e elevada para níveis mais aprimorados e refinados, dando ao jogador um sentimento de maior recompensa pelo tempo que dedica ao jogo. É notória a intensão da Kojima Productions, tenta desmistificar a complexidade com "ajudas" que tornam a progressão inicial mais célere e menos penosa. Quem jogou o original e faz agora a transição vai sentir esse impacto, que apesar de evidente não é intrusivo e em nada desmonta a estrutura do jogo. Há que enaltecer o que é concebido, é sublime o polimento em pontos fulcrais quando comparado ao original.

As novas formas de executar tarefas facilitam grandemente a nossa jornada, não quero com isto afirmar que é um passeio no parque. Continua exigente, mas agora temos meios que aperfeiçoam todo o processo e deixa de pairar no ar um prolongamento excessivo e de certo modo artificial. Estes novos mecanismos permitidos pelas novas estruturas são empolgantes e algumas até muito divertidas, como o caso da Catapulta de Carga e a Rampa Quiral. Certo que já existiam fundações a nível de construção que permitiam acelerar a nossa deslocação pelo mapa, eu até criei uma rede gigantesca de Tirolesas em redor do mapa e que atravessava as altas montanhas cobertas de neve (sinto-me orgulhoso), eram usadas por muitos jogadores de todo o mundo e uma fonte de imensos Likes. Agora com estas novas formas temos uma perfeita simbiose entre o originalmente existente e as novidades.

A Catapulta de Carga lançam mercadoria a longas distâncias. O processo de lançamento e voo da mercadoria é controlado pelo jogador, havendo um momento que temos de ativar o paraquedas para a mercadoria não ficar danificada. É uma execução muito satisfatório e permite lançar mercadorias a longas distâncias, permitindo poupar tempo quando queremos construir algo no local de aterragem dos recursos. A Rampa Quiral é pura diversão, para além de servir para ultrapassar obstáculos, esta também permite executar acrobacias aéreas para receber Likes e até tirar belas fotos. Podemos saltar de veículo e até a correr, dando fantásticos mortais à retaguarda.

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"Adição de competições, como uma Pista de Corrida ou o Campo de Treino, tornam toda a nossa experiência ainda mais recompensadora"

Mas as novidades não se ficam por aqui. As ajudas são agora disponibilizadas mais cedo, com o fornecimento de uma nova arma, a Maser. Dispara cargas elétricas que deixam os humanos incapacitados e inconscientes. Fundamental é também a introdução do novo Esqueleto de Apoio, este permite maior velocidade de deslocação e capacidade de carga, e vem com um sistema de carregamento de energia através do sol, mesmo em dias de chuva. Também é de mencionar as pequenas e simples Pontes Quirais para obstáculos de menor dimensão e um Robot Amigo que tanto nos ajuda no transporte de mercadorias como nos dá aquela boleia relaxante.

Para além da nova narrativa referida acima, temos agora dois novos pontos de interesse, um deles acedido através do nosso quarto privado, Campo de Treino, e outro que temos de construir, a Pista de Corrida. No Campo de Treino existe uma área de tiro onde podemos testar as armas e até entrar em competição através de desafios propostos. Na Pista de Corrida também existem desafios, que consistem em fazer corridas, com os veículos do jogo, contra o cronometro para alcançar o melhor tempo possível. É ainda no quarto privado que temos agora acesso a todas as batalhas contra os Pesadelos já desbloqueados. Anteriormente apenas tínhamos acesso às lutas contra Higgs. São igualmente introduzidas missões e desafios classificados, onde podemos competir diretamente contra jogadores de todo o mundo.

Estes desafios / competições, muitos deles disponíveis por tempo limitado, dão acesso a recompensas conforme a nossa prestação, para nos gratificar com recursos e até imagens únicas. É desta forma reforçada a interação entre jogadores de Death Stranding, que sempre foi um dos seus focos. Esta adição de competições, como a Pista de Corrida ou o Campo de Treino, tornam toda a nossa experiência ainda mais recompensadora e prolonga bastante a sua longevidade. Tudo isto aliado a melhorias subtis, como por exemplo a possibilidade de criar rotas detalhadas no mapa, passando pela revisão do Fragile Jump que é agora mais fácil de visualizar para onde estamos a dar o salto. Estas novas ferramentas / funcionalidades tornam Sam Porter Bridges num transportador mais polivalente e eficaz.

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Sam e o caixote. A maravilhosa alfinetada de Kojima.

"Inclusão das funcionalidades hápticas do DualSense e do áudio 3D da PS5 dão aquele acabamento final de qualidade requintada"

O PlayStation 5 permite que Death Stranding se liberte das amarras e constrangimentos presentes no hardware do passado. A inclusão das funcionalidades hápticas do DualSense e do áudio 3D da PS5 dão aquele acabamento final de qualidade requintada. É impressionante o que o comando da PS5 consegue transmitir, quase que sentimos o relevo do terreno nas nossas mãos, com os diferentes níveis de vibração em zonas díspares do comando, seja quando corre, salta e até quando tropeça e cai. Os motores vibratórios permitem uma assimilação e transposição para as nossas mãos de todas as reções do corpo de Sam. Os gatilhos adaptativos também são utilizados para deferentes pressões e até o áudio do comando volta a ser utilizado para se ouvir as reações do nosso adorado BB, ou Lou como Sam carinhosamente lhe chama. A sonoplastia 3D confere ainda mais imersão, com a tridimensionalidade sonora da PlayStation 5 evidenciada nos pormenores sonoros, como os pingos da chuva a cair no nosso fato. A diferença entre jogar com áudio 3D ligado ou desligado é daquelas experiências que só testando para se ter a verdadeira noção.

Tecnicamente falando, Death Stranding Director's Cut é fenomenal, com a fluidez dos 60 fotogramas por segundo, os visuais com uma definição e nitidez nunca vista nas consolas e até a inclusão de um modo ultra panorâmico 21:9 com barras pretas em cima e em baixo, mas com um campo de visão muito superior, semelhante ao que se consegue no PC e ideal para ecrãs de grande dimensão. Também é dado uso da fantástica velocidade do SSD, que permite tempos de carregamento quase instantâneos para que a imersão nunca seja interrompida. Este é o renascer de uma pérola saída da mente de Hideo Kojima, que passa a ser a versão definitiva e uma obra de arte que fica para sempre na história desta indústria.

Com isto temos acesso a uma narrativa emocionante que agora se expande, uma jogabilidade refinada onde as arestas foram limadas, uma melhoria significativa em toda a interação com o meio ambiente e, acima de tudo, que consegue suplantar o original e tornar-se na verdadeira referência. São 49,99€ pela versão completa e apenas 10€ para a atualização do PS4 para a PS5. É obrigatório jogar Death Stranding Director's Cut, este é o momento certo para se mergulhar pela primeira vez neste magnífico universo criado pelo mestre japonês, ou revisitar para novas descobertas e matar saudades dos bons momentos lá passados. Estas oportunidades não podem ser deixadas de lado, não deixem escapar esta obra que atinge o estado definitivo numa versão irrepreensível.

Prós:Contras:
  • Novas descobertas com uma narrativa expandida
  • Fantásticas novas ferramentas
  • Componente social ainda mais vincada
  • Nitidez e qualidade de imagem melhoradas
  • 60 fotogramas por segundo são fenomenais
  • Formato ultra panorâmico 21:9 com campo de visão alargado
  • Funcionalidades DualSense que fazem sentir cada passo dado
  • Áudio 3D para uma imersão a um nível superior
  • Preço da atualização para PS5 é de apenas 10€
  • Banda sonora ainda melhor com a inclusão de novas músicas
  • Alguns combates estranhos
  • Problemáticas na condução das viaturas
  • Narrativa podia ser mais longa

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Edição especial de Horizon Forbidden West começou a pré-venda no Brasil

Se a edição especial com steelbook de Horizon Forbidden West estava na sua mira, tenho uma notícia boa e uma ruim. A boa: a pré-venda já com...




Se a edição especial com steelbook de Horizon Forbidden West estava na sua mira, tenho uma notícia boa e uma ruim.


A boa: a pré-venda já começou e você pode reservar a sua AGORA.


O lado Ruim é que as quantidades são muito limitadas, como de praxe em edições especiais. Elas esgotam rapidamente. Garanta já a sua ou vai ficar sem! 



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Ator sugere que voltará a participar num novo Resident Evil

  Neil Newbon, ator que deu vida a Nicholai Ginovaef em Resident Evil 3 remake e Karl Heisenberg e Village sugeriu que voltará a participar ...

 Neil Newbon, ator que deu vida a Nicholai Ginovaef em Resident Evil 3 remake e Karl Heisenberg e Village sugeriu que voltará a participar num jogo Resident Evil que está em desenvolvimento.

Em conversa com o Awfully Irish Podcast, obrigado ao VGC, Newbon sugeriu que voltará a participar num RE, tal como Nicole Tompkins, atriz que deu voz a Jill Valentine RE3 remake e Daniela Dimitrescu em Village.

"Sabes, para mim e para a Nicole, não posso falar de algumas coisas, mas isto não é o nosso primeiro rodeo e poderá nem ser o último. Poderemos ter outras coisas," disse Newbon.

Agora poderemos especular se Newbon regressará numa possível sequela para Village ou em RE4 remake que tem sido alvo de imensos rumores e que poderá ser o próximo grande jogo da série.

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PlayStation 5 CFI-1100 review: melhor ou pior do que o console de lançamento?

  Há um novo modelo PlayStation 5 no mercado - uma unidade da série CFI-1100 que substitui o modelo de lançamento CFI-1000. Já compartilhei ...

 Há um novo modelo PlayStation 5 no mercado - uma unidade da série CFI-1100 que substitui o modelo de lançamento CFI-1000. Já compartilhei informações preliminares sobre a máquina, descobrindo que, em termos práticos, não existe qualquer diferença significativa entre as PS5s antigas e as novas. Contudo, subsistem questões sobre as decisões tomadas em como a Sony entregou esta nova versão do PlayStation 5 e, em última análise, se existe realmente alguma diferença genuína entre elas, particularmente em termos de implicações a longo prazo. Essencialmente, se a instalação do sistema de arrefecimento foi objeto de uma estratégia de redução de custos, será que a máquina funciona mais quente, e se funcionar, até que ponto é que isso realmente importa?




Para avaliar o PlayStation 5 de todas as dimensões, passei algum tempo a conceber uma série de testes de desempenho para a consola, comparando o novo modelo CFI-1100 com uma máquina de lançamento. Isto acabou por ser um pouco mais desafiante do que se poderia imaginar porque, fundamentalmente, um dos maiores sucessos da nova vaga de consolas é que o desempenho do jogo é geralmente excelente. Obter valores representativos é um caso de isolamento de situações repetitivas numa gama de jogos onde podemos ou desbloquear a taxa de fotogramas, ou provocar quedas sustentadas abaixo dos 60 fotogramas por segundo. Em teoria, este teste deve ser inteiramente supérfluo - porque o objetivo de uma consola é que todas as máquinas devem funcionar exatamente da mesma maneira. Dito isto, ocorreu-me que o PlayStation 5 tem um boost de relógio e embora a sua implementação, tal como descrita pela Sony deveria assegurar resultados consistentes de uma máquina para outra, isto nunca foi exaustivamente testado. Entretanto, alguns utilizadores acreditam erroneamente que o boost de relógio é semelhante a uma implementação de PC, que faz ajuste às frequências de acordo com as temperaturas - então porque não pô-lo à prova e colocar o assunto completamente sobre a mesa de uma vez por todas?

A segunda dimensão dos testes resume-se à composição do hardware da própria máquina e depois do meu relatório inicial, fui abordado por Steve Burke da Gamers Nexus para ver se encontrava uma máquina para ele testar. Gamers Nexus é conhecido pela qualidade da sua análise profunda de hardware e ninguém é mais minucioso nos testes, por isso tive o prazer de enviar na minha unidade - que Steve prontamente descascou até aos ossos. A abrangência do trabalho é tal que, embora outros relatórios de hardware tenham surgido desde o vídeo original de Austin Evans que deu início à controvérsia, os resultados da Gamers Nexus são os mais abrangentes e exaustivos. Steve até criou uma 'Frankenconsole' PS5 para comparar temperaturas da mesma placa utilizando tanto o conjunto de arrefecimento original como o renovado, eliminando potenciais diferenças causadas pela lotaria de silício (onde não há dois chips que saiam da linha de produção totalmente idênticos). No processo, aprendemos também mais sobre as alterações feitas pela Sony no interior da máquina.

Realizamos um vídeo discutindo o novo modelo PlayStation 5, com análise de hardware da Gamers Nexus.

Para o utilizador final, no entanto, as diferenças entre as antigas e novos PlayStation 5 são mínimas. A nova máquina é de facto mais leve por cerca de 300g, mas as dimensões físicas são as mesmas e continua a ser uma unidade pesada. No entanto, há uma pequena melhoria em termos de qualidade, e sim, trata-se do agora infame novo parafuso para o suporte. Isto permite que o suporte seja fixado à mão com facilidade suficiente, sem necessidade de uma chave de fendas. É uma boa ideia encorajar os utilizadores a fixar o suporte. Nos testes da Gamers Nexus, adicionar o suporte dá um grau de arrefecimento adicional, embora a remoção total dos painéis laterais também seja vantajosa.

Internamente, o vídeo incorporado abaixo da Gamers Nexus deverá dizer-te tudo o que precisas de saber sobre o desempenho do novo cooler, mas talvez o maior destaque seja que a Sony não se limitou a trocar a unidade térmica, ajustando também a própria placa principal e a placa de base. Os pontos principais dos dias de teste são relativamente simples: há uma melhoria das temperaturas nos reguladores de voltagem, as temperaturas da memória são melhores em alguns aspetos e piores em outros (mas ainda apenas alguns graus de diferença em geral) e, embora o processador principal possa estar alguns graus mais quente, não há provas de que isto apresente algo com que valha a pena te preocupares, assumindo que estás a manter o teu PS5 numa área bem ventilada. Como com qualquer peça moderna de hardware de jogos, fechar a consola em algo como um armário multimídia é fundamentalmente uma péssima ideia, razão pela qual me senti obrigado a incluir alguns testes sobre isto na minha análise de jogabilidade na nova máquina.

Por outro lado, o novo PlayStation 5 tem características semelhantes às da antiga. Fiquei intrigado ao saber que as temperaturas das ventoinhas são ditadas pela potência a ser extraída pelo processador e não a temperatura real do próprio chip. Notei que a nova PS5 parecia um pouco mais alta do que as minhas unidades de lançamento, mas segundo Steve da Gamers Nexus, isto é inteiramente normal - e mesmo entre PS5s da mesma geração, pode haver uma variação por unidade na velocidade da ventoinha de cerca de 100rpm, o que explica a diferença. Há então a sensação de que a PS5 funcionará tão quente quanto necessário para manter o desempenho do sistema e, curiosamente, mesmo que fique significativamente mais quente, as ventoinhas não girarão mais rápido. Se a máquina atingir temperaturas inseguras, desliga-se automaticamente em vez disso. O uso geral da ventoinha é curioso - a Sony é muito conservadora na sua utilização e o arrefecimento poderia ser melhorado apenas com uma alteração mínima na acústica. O objetivo geral é que assegurar uma experiência tranquila parece ser a principal prioridade da Sony.

Aqui está uma profunda análise do novo hardware do PlayStation 5, cortesia da Games Nexus.

Em termos de testes de jogabilidade, tentei ser o mais exaustivo possível aqui, escolhendo uma gama de títulos onde podemos seguir - e repetir - de forma fiável as quedas de desempenho de uma PlayStation para outra. As únicas variações mensuráveis que consegui encontrar resumem-se ao facto de um dos meus modelos PS5 de lançamento estar a utilizar um firmware beta, enquanto que a minha máquina CFI-1100 utilizava firmware de retalho. Ao eliminar a unidade de firmware beta, a nova PS5 foi executada de forma praticamente idêntica à da minha outra PS5 de lançamento.

Desde de ontem, todas os consoles PlayStation 5 foram atualizadas para o mais recente software do sistema e todas as variações desapareceram. Ao aproximar-me do desempenho da PS5, tanto em termos de análise do boost de relógio como no teste da consola a funcionar a temperaturas elevadas, isolei áreas em Godfall, Devil May Cry 5 Special Edition, Resident Evil Village, Control e Marvel's Spider-Man: Miles Morales, onde podíamos replicar renderizações de jogo que desciam abaixo dos 60 fotogramas por segundo.

Foram realizadas várias passagens para estabelecer a estabilidade destas cenas na mesma máquina (algumas áreas de alguns títulos variariam um pouco de passagem para passagem) e depois comparei com o modelo CFI-1100. O resultado final é que o CFI-1100 funcionou exatamente como seria de esperar - e para aqueles preocupados com o fato de que o boost de relógio poder baixar sob temperaturas elevadas, também coloquei o novo PS5 num armário multimídia com pouco fluxo de ar, executei com o console consumindo mais de 200W durante duas horas e depois voltei a compará-lo, não encontrando qualquer diferença, apesar de o próprio console estar muito quente ao toque quando a recuperei do armário e estar realmente quente no exaustor traseiro. O PS5 vai continuar a funcionar até atingir uma temperatura máxima específica e depois desliga-se - mas com base nos meus testes, não vai ficar progressivamente mais lenta da mesma forma que, digamos, um CPU ou GPU de um PC.

Por isso, espero que este teste coloque de uma vez por todas a questão do novo PlayStation 5 fora da mesa, e o resultado final é que posso confiar nos meus resultados iniciais do teste. Sim, o design do cooler no novo PlayStation 5 foi simplificado em alguns aspetos e sim, os resultados da temperatura interna sugerem que, embora mais fresco em alguns casos, a máquina pode funcionar mais quente em outros. A questão central de saber se o novo PS5 é melhor ou pior que o modelo de lançamento pode ser respondida dizendo que são, na sua maioria, muito semelhantes, certamente em termos da experiência do utilizador final. Tive algumas pessoas a perguntar se deveriam procurar ativamente a aquisição de uma consola mais antiga mas, em última análise, a nova máquina está ótima, e isso é uma boa notícia tendo em conta como é difícil adquirir qualquer PS5 - quanto mais um modelo de lançamento que provavelmente chegou ao fim da sua linha de produção.


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Ex-CEO da Capcom USA e Europe vai para a Sony Interactive Entertainment

  A Sony Interactive Entertainment anunciou que Kiichiro Urata é a sua nova contratação. Após trabalhar na Capcom como CEO das divisões nos ...

 A Sony Interactive Entertainment anunciou que Kiichiro Urata é a sua nova contratação.

Após trabalhar na Capcom como CEO das divisões nos Estados Unidos e Europa, Urata vai agora trabalhar como vice presidente sénior e gestor da divisão de desenvolvimento e relacionamento com as parceiras externas na Ásia e Japão.



Desde setembro de 2011 que Urata trabalhava na Capcom e agora, passados dez anos, aceitou um novo desafio para ajudar a PlayStation nas suas relações com os estúdios externos.

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God of War: Ragnarok ganha trailer gameplay épico

  A sequencia de God of War da PS4, lançado em 2018, chama-se oficialmente God of War: Ragnarok. Este nome já era utilizado entre os fãs e m...

 A sequencia de God of War da PS4, lançado em 2018, chama-se oficialmente God of War: Ragnarok.



Este nome já era utilizado entre os fãs e meios de comunicação para se referirem à sequencia e no PlayStation Showcase de hoje tornou-se oficial com um épico trailer gameplay que mostra sequências inéditas do novo jogo.

God of War: Ragnarok decorre após os eventos do jogo de 2018, com Atreus a querer encontrar respostas acerca da sua identidade e origens. Kratos, cauteloso, quer evitar a todos os custos uma guerra com Asgard (devido aos erros que cometeu no passado).

A Sony Santa Monica já confirmou que em God of War: Ragnarok vamos poder visitar todos os 9 reinos (no jogo de 2018 só podíamos visitar 6). Os reinos que visitaste no jogo anterior terão novas áreas para explorar.

Quanto a melhorias no combate, o estúdio quis dar mais escolhas ao jogador. Teremos combos poderosos, tácticas defensivas, e mestria de diversos elementos para lutarmos contra os novos inimigos da mitologia nórdica.

Os principais antagonistas de God of War: Ragnarok serão Thor e Freya.

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Todos os anúncios do PlayStation Showcase 2021

  Caso não estejas a par das notícias do mundo dos videojogos - tenho a certeza de que estás! - a PlayStation lançou hoje o   PlayStation Sh...


 Caso não estejas a par das notícias do mundo dos videojogos - tenho a certeza de que estás! - a PlayStation lançou hoje o PlayStation Showcase 2021, uma mostra que contou com uma série de títulos que chegarão futuramente ao PS5.



Caso não tenhas tido a oportunidade de ver, podes conferir neste artigo todos os jogos anunciados no PlayStation Showcase 2021, juntamente com o respetivo trailer do jogo.

Não te esqueças também de clicar nos links caso queiras mais informações sobre cada um dos jogos!



Star Wars: Knights of the Old Republic Remake


Star Wars: Knights of the Old Republic Remake foi o jogo que abriu o evento de novidades para a PlayStation 5, um remake do aclamado RPG lançado pela Bioware em 2003. Confere o teaser já a seguir.








Project EVE


Project EVE 

É um Action RPG singleplayer desenvolvido com o Unreal Engine 4 reminiscente de jogos como Bayonetta e NieR: Automata - o combate rápido, frenético e sempre com uma incrível sensação de estilo fará certamente a delícia dos fãs de jogos de ação.

Tiny Tina's Wonderlands

Tiny Tina's Wonderlands é um spinoff de Borderlands que chegará a 25 de Março de 2022 ao PC (Steam e Epic Games Store), PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S e Xbox One. Podes ver o novo trailer logo a seguir.

Forspoken

Agendado para a Primavera de 2022, Forspoken é o mais recente jogo da Square Enix, a produtora responsável pelo popular Final Fantasy. Durante o PlayStation Showcase 2021, foi mostrado o seguinte trailer que mostra o mundo de jogo, combate e formas de viajar de Forspoken.

Rainbow Six Extraction

Alan Wake Remastered

A Remedy Entertainment aproveitou a PlayStation Showcase para mostrar ao mundo o primeiro trailer de Alan Wake Remastered - o jogo chega a 5 de outubro e conta com o jogo original, as expansões The Signal e The Writer, cenários atualizados, a possibilidade de jogar em resoluções até 4K, cutscenes de melhor qualidade e nova faixa áudio com comentário do diretor.

GTA 5 / GTA Online

A Rockstar apresentou um novo trailer de GTA 5 no PlayStation Showcase 2021 onde descobrimos que o mesmo foi adiado nas versões PS5 e Xbox Series para março de 2022. Além de adiar GTA 5 para a atual geração, a Rockstar também adiou a versão de GTA Online que será vendida em separado.

Ghostwire: Tokyo

Ghostwire: Tokyo, o novo jogo do criador de Resident Evil, Shinji Mikami, recebeu um novo trailer no PlayStation Showcase - nele, poderás ver uma variedade de criaturas sobrenaturais que terás de derrotar numa experiência extremamente bizarra que mistura ação e terror.

Guardians of the Galaxy

Vampire The Masquerade - Blood Hunt

Deathloop

Kid A mnesia Exhibition

Tchia

Uncharted: Legacy of Thieves Collection inclui Uncharted 4: O Fim de Um Ladrão e ainda Uncharted: O Legado Perdido, que chegará de forma remasterizada ao PC e PS5 nos inícios de 2022.

Wolverine

A Sony Interactive Entertainment e a Marvel Games voltaram a unir esforços com um novo videojogo, Wolverine. O jogo está ainda numa fase muito inicial do desenvolvimento, mas promete gameplay inovador e uma narrativa emocional.

Gran Turismo 7

Gran Turismo 7 tem finalmente uma data de lançamento concreta - o jogo chegará à PS5 e PS4 a 4 de Março de 2022. Podes ver a seguir o trailer apresentado no PlayStation Showcase 2021 onde poderás desfrutar de algum gameplay.

Marvel's Spider-Man 2

Marvel's Spider-Man 2 foi anunciado oficialmente como um exclusivo PlayStation 5 para 2023 e será uma continuação da narrativa de Peter Parker e Miles Morales. Para além disso, a sequela vai conter um dos maiores vilões das comics, Venom, que faz inclusive um cameo no trailer.

God of War: Ragnarok

Um dos anúncios mais esperados do PlayStation Showcase 2021, a sequela de God of War da PS4 já tem nome oficial: God of War: Ragnarok. O jogo decorre após os eventos do jogo de 2018, com Atreus a querer encontrar respostas acerca da sua identidade e origens e contará com Thor e Freya como antagonistas.

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Final Fantasy 16 não estará no TGS

A Square Enix revelou o alinhamento oficial para o Tokyo Game Show e confirmou o que praticamente já todos esperavam, Final Fantasy 16 vai p...

A Square Enix revelou o alinhamento oficial para o Tokyo Game Show e confirmou o que praticamente já todos esperavam, Final Fantasy 16 vai passar ao lado do evento.

Naoki Yoshida já tinha sugerido que não iriam conseguir preparar algo a tempo, mas agora temos a confirmação oficial. O TGS decorre entre os dias 30 de setembro a 3 de outubro e entre os 14 jogos da Square Enix, não verás Final Fantasy 16.



Guardians of the Galaxy da Marvel, Dragon Quest 10 Offline, Project Triangle Strategy e Stranger of Paradise: Final Fantasy Origin são alguns dos destaques na lista escolhida pela companhia para apresentar aos japoneses.

Forspoken, que ontem esteve em destaque na PlayStation Showcase também será um dos jogos do TGS:

  • Collection of SaGa: Final Fantasy Legend (Switch, PC [Steam], iOS, Android)
  • Deep Insanity: Asylum (PC [Steam], iOS, Android)
  • Dragon Quest X Offline (Por confirmar)
  • Dragon Quest X Online (PS4, Switch, PC, Wii U, 3DS)
  • Final Fantasy: Brave Exvius (PC, iOS, Android)
  • Final Fantasy VII: The First Soldier (iOS, Android)
  • Final Fantasy XIV (PS5, PS4, PC, Mac)
  • Forspoken (PS5, PC)
  • Imperial SaGa Eclipse (PC, Smartphone)
  • Marvel's Guardians of the Galaxy (PS5, Xbox Series, PS4, Xbox One, Switch, PC)
  • Project Triangle Strategy (Switch)
  • Romancing SaGa Re;Universe (iOS, Android)
  • Stranger of Paradise: Final Fantasy Origin (PS5, Xbox Series, PS4, Xbox One, PC)
  • War of the Visions: Final Fantasy Brave Exvius (iOS, Android)

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