Surpresa nas vendas: Formato físico de Resident Evil Requiem quase empata com o digital

 Resident Evil Requiem já foi lançado há quase seis meses e os dados das vendas começam a revelar o que os jogadores preferem. Numa altura em que se fala muito sobre o fim das caixas nas lojas, os números do jogo mostram que o formato físico ainda tem muita força na maior parte do mundo.



Os discos ainda vendem

O assunto sobre o formato físico aqueceu quando a Sony revelou que vai deixar de produzir discos na PlayStation a partir de 2028. Mas os jogadores não parecem prontos para largar as caixas.

Segundo os dados da Ampere Analysis, compartilhados por Christopher Dring, as vendas de Resident Evil Requiem estão muito equilibradas em vários países. Em alguns mercados, o disco até vende mais.

Valores do formato físico em relação ao digital:

  • França: 55% físico (45% digital)
  • Japão: 51% físico (49% digital)
  • Austrália: 43% físico (57% digital)
  • Reino Unido: 40% físico (60% digital)

Como podes ver, em França e no Japão as versões em caixa ultrapassam as compras digitais. No Reino Unido e na Austrália, embora o formato digital tenha vencido, as cópias físicas ainda conseguem uma fatia muito grande do bolo.

As coisas mudam nos Estados Unidos

A história é completamente diferente nos Estados Unidos. Lá, o formato digital dominou sem margem para dúvidas.

Apenas 22% dos jogadores compraram o jogo em disco nas lojas americanas. Os restantes 78% preferiram descarregar o jogo. É uma diferença brutal face ao que se verifica na Europa, no Japão ou na Austrália, onde os jogadores continuam a fazer questão de ter o jogo na prateleira.

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