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Linha narrativa de Final Fantasy XV foi totalmente intencional

Numa entrevista com a Game Informer, via  NovaCystallis , Hajime Tabata, diretor de Final Fantasy XV, falou sobre um dos aspectos pelos qua...

Numa entrevista com a Game Informer, via NovaCystallis, Hajime Tabata, diretor de Final Fantasy XV, falou sobre um dos aspectos pelos quais o jogo mais foi criticado, a história. Muitos fãs ficaram confusos com a forma como os acontecimentos se desenrolam, especialmente porque a grande maioria surge fora da visão do jogador.
Hajime Tabata disse que essa direção narrativa foi totalmente intencional, e não uma falha ou erro. Segundo explicou, os eventos importantes acontecem foram do ecrã uma vez que estão fora da visão de Noctis.
"Era para os jogadores viverem a história pelos jogos de Noctis. O mundo e os eventos que Noctis vê são meramente coisas que são vistas pelos seus olhos. Não queríamos criar uma história compreensiva e perfeitamente equilibrada neste jogo. Ao invés disso, colocamos a importância nos personagens principais para que o jogador e Noctis partilhassem a mesma experiência quando contamos a história."









Tabata explicou que esta abordagem ao design narrativo tornou natural o foco ainda maior nos personagens principais, apresentando um jogo através da sua perspectiva. Naturalmente, isto forçou os personagens secundários a desfrutar de menor tempo no ecrã.
Sobre a segunda metade do jogo, que se torna linear, Tabata explicou que também foi uma decisão intencional, afirmando que o tempo e custo do desenvolvimento seriam a dobrar se mantivessem a estrutura em mundo aberto.
"Baseado nos nossos cálculos, o tempo e custo de desenvolvimento seriam a dobrar se a metade final do jogo fosse em mundo aberto, já havia sido planeado que a segunda metade seria uma viagem num veículo. A estrutura deste título - criar memórias enquanto viajamos num mundo aberto na primeira metade do jogo, depois avançar de forma linear na história com o comboio na segunda metade - foi propositadamente desenhada dessa forma."

3 comentários:

  1. O que essa empresa ganha fazendo mais marketing em cima de um game que já esta no mercado e muitos não mostram nem mais interesse em continuar jogando essa coisa?
    Esse blá blá blá era pra ter acabado em Novembro/2016 e a equipe começar a se organizar para trabalhar no próximo game da série.
    Tudo que eles balbuciam agora é só alarde, esse não é o melhor game do mundo, The Witcher 3 e Dark Souls 3 são muito mais desafiadores e possuem muito mais conteúdo do que este FF.
    Mundo aberto e batalhas no estilo Metal Gear Rising não fazem este o melhor FF da série e sim um dos mais tenebrosos.

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    1. Concordo quando diz que TW3 é muito mais jogo até agora, nesta geração até esse dado momento o melhor jogo já produzido e feito para ela no conjunto da obra se chama The Witcher 3, eu nunca comprei uma expansão em minha vida, a primeira fez foi para esse jogo e digo a você a duas expansões dão de tapa na cara de certos jogos aí.

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  2. Na cabeça das crianças "Comprou porque o game é bom, se reclamar é idiota que não curte o estilo do game e quer tumultar"
    A história de FFXV é improvisada, tem muitos buracos, não se sabe a origem de Ardwin, a história do vilão continua nebulosa, há personagens que praticamente somem após determinada parte do game, não há desafios potenciais ou quests geradas aleatóriamente.
    FFXV não se adequa aos padrões dos RPGs ocidentais, é um dos rpgs mais estranhos que já joguei.
    Platina fácil, pra um game que a própria Square-Enix sabe que não faria sucesso estrondoso. Venderam muito com o hype gerado no marketing e mesmo após o lançamento, a empresa continua à gerar hype em cima do título.
    Eu gostaria de ser o único a falar mal do FFXV em meio a um aglomerado de gamers satisfeitos com o game mas a realidade é oposta, não é apenas eu que não gostei do game há milhares ou milhões que não gostaram.

    A Square-Enix conseguiu arruinar completamente a franquia, tornando-a num game focado na Platina ou Conquistas fáceis, no estilo Godfather ou Terminator do PS3, típicos games com platinas mais fáceis, que não prendem o gamer após a conclusão da história. O conteúdo pós game não é exaustivo, e sim curto.

    O World of Final Fantasy consegue mostrar toda a essência que a série perdeu ao longo dos anos. Há tempos não jogava um jrpg tão divertido.

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