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Microsoft anunciou que o Xbox Games Showcase, focado na apresentação de jogos para Xbox One e Xbox Series X, vai acontecer em 23 de julho, ...

Microsoft anunciou que o Xbox Games Showcase, focado na apresentação de jogos para Xbox One e Xbox Series X, vai acontecer em 23 de julho, às 13h no horário de Brasília.


A informação foi confirmada no Twitter oficial do Xbox. Halo Infinite é um dos games que serão destacados no evento online e, embora a Microsoft não tenha detalhado a programação, podemos esperar anúncios de outros títulos first-party.

Halo Infinite está marcado para chegar no final de 2020, junto ao lançamento do Xbox Series X. Para mais, confira por que Master Chief apareceu flutuando no espaço no primeiro trailer do jogo e também como a história será mais amistosa para os jogadores novatos.
Quais jogos você gostaria de ver no Xbox Games Showcase 2020? Deixe sua opinião nos comentários.

De 21 a 27 de julho estarão na tua dashboard. Acaba de ser revelado por Glenn Gregory, Sr. Product Marketing Manager da ID@Xbox, que ent...

De 21 a 27 de julho estarão na tua dashboard.


Acaba de ser revelado por Glenn Gregory, Sr. Product Marketing Manager da ID@Xbox, que entre 21 a 27 de julho estarão disponíveis mais de 60 demos de jogos que ainda não foram lançados na Xbox One.



Para este evento será criado um título especial com o nome Game Fest Demo, que irá aparecer na dashboard do Xbox One.

Ainda não foram reveladas todas a demos, mas foi referido que serão mais específicos com o aproximar da data avançada, e que a lista poderá chegar às 100 demonstrações.

Glenn Gregory refere que muitos dos jogos ainda estão numa fase inicial de desenvolvimento, e que ainda levarão algum tempo até que sejam lançados.

Apesar da não existência de uma lista completa, aqui ficam alguns dos jogos que já estão confirmados de ter uma demo: Cris Tales, Destroy All Humans!, Haven, Hellpoint, Skatebird, The Vale: Shadow of the Crown, Raji: An Ancient Epic, e Welcome to Elk.

O evento do Xbox que a Microsoft está a preparar para este mês vai decorrer no dia 23, segundo novas informações. O  VGC  foi informa...

O evento do Xbox que a Microsoft está a preparar para este mês vai decorrer no dia 23, segundo novas informações.

VGC foi informado pelas suas fontes que o evento está marcado para dia 23 de Julho, havendo planos para revelar o prometido vídeo gameplay de Halo Infinite, novos jogos first-party e também third-party, e o novo jogo do estúdio The Initiative.
A data concreto do evento não está confirmada pela Microsoft, mas o evento de Julho está confirmado. Este evento foi logo confirmado em Maio, quando os primeiros jogos para o Xbox Series X foram mostrados.
O evento de Maio da Microsoft acabou por desiludir os fãs da Xbox com os jogos mostrados, havendo claramente um maior foco em títulos third-party. Espera-se que no evento de Julho a Microsoft mostre os projectos dos seus estúdios internos.

A Tencent é a companhia que tem uma fatia parcial ou maioritária em diversas companhias de videojogos, incluindo a Riot Games, Epic Games, ...

A Tencent é a companhia que tem uma fatia parcial ou maioritária em diversas companhias de videojogos, incluindo a Riot Games, Epic Games, Activision Blizzard Funcom, Supercell e Miniclip.

Em território chinês, a Tencent já tem vindo a lançar os seus próprios jogos e agora parece interessada em fazer o mesmo no Ocidente, tendo anunciado a abertura de um estúdio de videojogos em Los Angeles para desenvolver títulos de qualidade AAA para as consolas de próxima geração.
O estúdio foi batizado de LightSpeed LA e será liderado por Steve Martin, o ex-director da Rockstar San Diego. Steve Martin vai desempenhar ainda o papel de produtor executivo e promete implementar uma cultura "livre de crunch".
O primeiro projecto do estúdio está confirmado como um jogo em mundo aberto para a PlayStation 5 e Xbox Series X.

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A cidade de Los Angeles

A Microsoft acabou de perder um dos membros fundamentais da equipe da Xbox. Dan McCulloch, que trabalhava na Xbox há 15 anos e era o líder...

A Microsoft acabou de perder um dos membros fundamentais da equipe da Xbox. Dan McCulloch, que trabalhava na Xbox há 15 anos e era o líder do Xbox Live, anunciou que está de saída.

Dan McCulloch anunciou a sua saída no Twitter, mostrando-se grato pelos amigos que fez ao longo dos anos e pelas oportunidades de aprendizagem. Relativamente ao que vem a seguir na sua carreira, disse apenas que está "extremamente entusiasmado".
"Vou anunciar muito em breve, vocês vão ficar todos extasiados. Obrigado!"
McCulloch está saindo daklndkn equipe do Xbox num período importante para a marca, na transição de uma geração para a outra. Vamos ficar atentos para saber quem é o seu substituto.

Com Julho a aproximar-se, todos os olhos estão postos na Microsoft e no seu grande evento do Xbox. Sabemos que um dos jogos confirmados par...

Com Julho a aproximar-se, todos os olhos estão postos na Microsoft e no seu grande evento do Xbox. Sabemos que um dos jogos confirmados para o evento é o aguardado novo capítulo de Halo (Halo Infinite), mas fora isso, apenas há especulação.


Os nossos colegas de Inglaterra publicaram hoje um artigo com novas informações acerca dos planos da Microsoft, nomeadamente que a Xbox Series S - o suposto versão mais acessível do console de próxima geração da companhia - só será revelado em Agosto.
Ao que parece o evento de Julho será completamente focado em novos jogos para a Xbox Series X. Oficialmente, o Xbox Series S será confirmado, mas o console tem sido referida por rumores há mais de um ano.
Entretanto, o PlayStation já anunciou que vai haver duas edições do PlayStation 5: uma com leitor de discos e outra sem.

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Sem a habitual E3, cancelada devido à pandemia COVID-19, a Square Enix foi uma das companhias que ficou sem palco para os seus grandes anún...

Sem a habitual E3, cancelada devido à pandemia COVID-19, a Square Enix foi uma das companhias que ficou sem palco para os seus grandes anúncios.
Ao longo das últimas semanas, a Square Enix tem feito anúncios individuais como Kingdom Hearts: Melody Memory, Final Fantasy Crystal Chronicles Remastered Edition Lite, a anime de The World Ends with You e Project Athia, feito em parceria com a Sony. Esta foi a forma encontrada para contornar a ausência de um grande palco.


No entanto, segundo comunicado aos investidores, via Gematsu, a Square Enix continuará a colmatar a ausência do grande evento de Junho com anúncios feitos em Julho e Agosto.
Questionado sobre como a COVID-19 alterou os planos para os habituais anúncios da E3, a Square Enix confirmou que "normalmente anunciaríamos novos jogos na E3", mas está a preparar anúncios individuais.
"Tínhamos planos para um evento de substituição, mas fomos incapazes de o fazer pois os assets não estavam terminados. Iremos anunciar individualmente novos jogos consoante nos for possível. Teremos várias estreias entre Julho e Agosto."


Os rumores em torno do lançamento de um segundo console de próxima geração da Microsoft persistem e a especulação em torno do Xbox Lockhart...

Os rumores em torno do lançamento de um segundo console de próxima geração da Microsoft persistem e a especulação em torno do Xbox Lockhart está a voltar a ganhar força.

Antes da revelação do Xbox Series X, as informações não oficiais sugeriam que iriam ser apresentados dois modelos de próxima geração, algo que ainda não foi feito e sugeria que a Microsoft mudou os planos.
No entanto, as recentes referências ao Xbox Lockhart descobertas em documentos da Microsoft voltaram a dar força à possibilidade de um console, uma possível Xbox Series S, como alternativa ao Xbox Series X ser apresentado em breve.
Segundo revelado por Tom Warren do The Verge, a Microsoft manteve os planos para lançar um Xbox mais barato e menos poderoso, cujo nome de código é realmente Xbox Lockhart e que está pensado para jogos a 1080p ou 1440p.
Warren diz que os documentos recentemente descobertos incluem referências à Lockhart e a "consolas Project Scarlett", apesar de até à data apenas ter sido anunciada a Xbox Anaconda, nome de código da Xbox Series X.
De acordo com o perfil de performance apresentado pela Microsoft para a Lockhart, existe um modo Lockhart no kit de desenvolvimento da Xbox Series X, com o nome de código Dante, que permite aos programadores activar o modo Lockhart e afinar a performance para esses parâmetros de poder.
Segundo Warren, a Lockhart será uma Xbox com 7.5GB de RAM utilizável, uma velocidade CPU ligeiramente reduzida, cerca de 4 teraflops de poder GPU e pensada para jogar em resoluções como 1080p e 1440p.

Esta consola será uma alternativa da Microsoft para quem prefere pagar menos e abdicar do elevado poder do Xbox Series X, mas que pretendem na mesma dar o salto para a próxima geração.

O PlayStation 5 já foi mostrado, seu line-up inicial de jogos também deu as caras, especificações técnicas e tudo mais. Só falta “uma c...


O PlayStation 5 já foi mostrado, seu line-up inicial de jogos também deu as caras, especificações técnicas e tudo mais. Só falta “uma coisinha”: o preço. Mas antes que o anúncio oficial do valor de venda seja revelado, as varejistas brasileiras já começam a se movimentar em torno do lançamento do console.
A primeira delas é a Amazon. A gigante do e-commerce já tem uma página inteira dedicada ao console next-gen da Sony. Por lá é possível ver algumas informações sobre os acessórios, jogos e até algumas dúvidas. Só não há o preço e data de lançamento. De qualquer forma, os interessados já podem cadastrar seu email para serem avisados sobre isso. Veja clicando aqui!
Embora a Sony já tenha confirmado que o lançamento será global, não é raro ver empresas de tecnologia optarem por lançar seus aparelhos eletrônicos por aqui só depois de um tempo. A página oficial do console na loja parece ser um bom indicativo de que ele chegue por aqui junto com outras regiões.
Página já tem até uma avaliação negativa de um usuário do futuro.
O lançamento do videogame está marcado para o fim de 2020. Mesmo com todos os problemas vividos atualmente, de forma global, a Sony se mantém confiante na estreia do equipamento e projeta uma boa recepção em vendas.

A CD Projekt RED apresentou um novo trailer de Cyberpunk 2077. Capturado inteiramente nos primeiros minutos do próximo jogo, a CD Pro...

A CD Projekt RED apresentou um novo trailer de Cyberpunk 2077.

Capturado inteiramente nos primeiros minutos do próximo jogo, a CD Projekt RED não quer revelar demasiado do seu aguardado projecto, este vídeo dá-te um novo e sensacional olhar a Cyberpunk 2077.
Night City será uma parte fundamental da personalidade de Cyberpunk 2077 e está repleta de locais onde podes passar o tempo, mas existem imensos perigos à espreita e pessoas estranhas.
Este vídeo foi capturado apenas no prólogo do jogo e não pretende revelar demasiado da narrativa ou do mundo, mas mesmo assim tem um belo efeito para impressionar todos os que aguardam pelo jogo.
Cyberpunk 2077 foi adiado para 19 de Novembro e será lançado na PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series X e PC.
Em 2021, será apresentada uma actualização para melhorar a qualidade de Cyberpunk 2077 nas consolas de próxima geração.

A Xbox apresentou um novo trailer dedicado aos jogos que estão a ser optimizados para a Xbox Series X e revelou a primeira lista de jogos...

A Xbox apresentou um novo trailer dedicado aos jogos que estão a ser optimizados para a Xbox Series X e revelou a primeira lista de jogos que merecem usar essa designação.
Os jogos que receberem este símbolo e designação são jogos que foram "construídos de forma nativa para a Xbox Series X, tais como Halo Infinite," afirma a Xbox numa nova actualização sobre o que representa esta optimização.
A designação "Optimizado para a Xbox Series X" significa que esse jogo tira proveito das mais poderosas funcionalidades da consola, que terão um aspecto e performance incríveis.
Isto poderá significar correr a 4K com rácios de fotogramas até 120fps, ray tracing DirectX acelerada por hardwar e loadings praticamente inexistentes.
Segundo diz, "jogos que foram Optimizados para a Xbox Series X usam o poder da nova consola para entregar rácios de fotogramas superiores e mais estáveis, com um alvo de performance nos 60 fotogramas por segundo numa resolução de 4K."
Alguns jogos, como confirmado para DiRT 5, poderás optar por correr a 120fps ou com rácio de fotogramas variável, ampliando o leque de opções à tua escolha.
Eis a lista inicial de jogos Optimizados para a Xbox Series X:
  • Assassin's Creed Valhalla
  • Bright Memory Infinite
  • Call of the Sea
  • Chivalry 2
  • Chorus
  • Cyberpunk 2077
  • Destiny 2
  • DiRT 5
  • FIFA 21
  • Gears 5
  • Halo Infinite
  • Hitman 3
  • Madden NFL 21
  • Marvel's Avengers
  • Outriders
  • Scarlet Nexus
  • Scorn
  • Second Extinction
  • The Ascent
  • The Medium
  • Vampire: The Masquerade - Bloodlines 2
  • Yakuza: Like a Dragon

Ao longo das gerações, os "prestigiados" exclusivos first-party tornaram-se numa parte importante da experiência de ter um consol...

Ao longo das gerações, os "prestigiados" exclusivos first-party tornaram-se numa parte importante da experiência de ter um console. Estes grandes e caros projetos são desenhados para levar o meio além dos seus limites, oferecendo novas experiência com os mais elevados valores de produção e a melhor tecnologia. Dentro dos melhores estúdios responsáveis por estes títulos emblemáticos, a Naughty Dog posicionou-se como uma das melhores. The Last of Us Parte 2 é a sua maior criação e talvez a mais surpreendente. Por baixo da sua fachada decadente esconde-se uma experiência muito bem criada, é um jogo que aplica diversas lições duras aprendidas nos anteriores, resultando no mais ambicioso e maior projeto da Naughty Dog até à data, mas o que significa isso no contexto deste jogo?

Posso descrevê-lo como a culminação de todos os esforços do estúdio. De uma perspectiva sobre a tecnologia, é difícil isolar novas técnicas ou tecnologias já vistas. O que tens é uma execução exemplar, até ao mais pequeno dos detalhes, e uma exploração completa de conceitos com os quais experimentaram no passado. Por exemplo, algo que agora podemos revelar é um dos mais importantes conceitos na base do jogo. The Last of Us Parte 2 apresenta os maiores ambientes jamais vistos num jogo da Naughty Dog, seguindo o exemplo do design mais amplo de Uncharted: O Legado Perdido, mas leva a ideia para o nível seguinte. A renderização do mundo e personagens foi melhorada e foram feitas mudanças importantes nas mecânicas para criar uma experiência geral mais divertida e fluída.
O primeiro The Last of Us, tal como Uncharted, é um jogo altamente cinematográfico conduzido por momentos definidos, foi desenhado para parecer mais aberto, mas é na mesma uma série de túneis. Em parte, isto também acontece na sequela, mas a grande diferença está na cidade em si. Seattle serve como uma espécie de pilar central em torno do qual os momentos mais cinematográficos são construídos. Basicamente, é uma espécie de hub, mas não no sentido tradicional num jogo de mundo aberto. Em vários pontos do jogo, o teu objectivo envolve descobrir um local específico, mas nunca é revelado explicitamente como lá chegar ou se tens se afunilar num caminho específico.
É aqui que difere do original, agora podes optar por seguir por ruas diferentes ou explorar edifícios diferentes e desfrutar do mundo ao teu ritmo. Existem imensos locais que não precisas visitar, mas descobrirás mantimentos úteis e enfrentarás inimigos que podias nem encontrar. Objectivos simples tornam-se em missões que duram uma hora simplesmente porque o mundo é tão aberto. É este aspecto que ajuda o mundo a ter uma sensação de uma local real e não de um túnel e esse é o nosso primeiro foco, o mundo.
The Last of Us Parte 2 numa análise do Digital Foundry
Dos mais pequenos detalhes às maiores estruturas, The Last of Us Parte 2 é espantosamente denso. No interior, o jogo usa a excepcional abordagem da Naughty Dog à iluminação indirecta pré-calculada. O jogo parece usar um sistema de satélites, combinados com mapas de luz e materiais com físicas realistas para uma iluminação muito natural. O resultado é melhor percebido em interiores com pouca iluminação, que parecem surpreendentemente realistas. Não é perfeito, os objectivos interactivos nem sempre misturam com a iluminação pré-calculada, mas no geral funcional e a maioria dos objectos tem um aspecto realista na cena devido ao sombreado ambiental natural. Juntamente com um elevado nível de detalhe e uma grande selecção de objectos criados e posicionados em cada sala, está altamente detalhado.
A atenção ao detalhe na renderização é rica e abundante. A fidelidade e a liberdade adicional colaboram para tornar mais satisfatória a exploração, reforçando a sensação de descoberta, cada sala tem a sua própria história. No exterior, as coisas são ainda mais impressionantes. The Last of Us Parte 2 efectua um trabalho excelente para conferir a sensação de escala num mundo aberto e consegue micro-detalhes. A animação dos sistemas adiciona imenso à qualidade do mundo: a relva reage aos movimentos do jogador e a forma como a luz se espalha pelas superfícies dos edifícios é espantosa.
A chave para criar um mundo convincente está nas interacções mais subtis. A água refletida, o vento que sopra, as sombras que são criadas, o vidro que parte e mais. Acertar estes detalhes é fundamental para construir este mundo credível e The Last of Us Parte 2 porta-se bem. Cimentar o teu personagem exige uma abordagem cuidadosa às sombras e reflexos. Para resolver isto, a Naughty Dog voltou a empregar sombras em cápsulas juntamente com reflexos em cápsula. Basicamente, através de uma estimativa da forma do personagem, os artistas apresentam sombras naturais muito suaves, que interagem lindamente com a iluminação maioritariamente indirecta. Isto também é empregue nos reflexos. Os reflexos do jogador estão frequentemente ausentes em muitos AAA. O jogo tem a sua quota parte do que parecem ser espelhos renderização-para-textura, com um aspecto altamente convincente.
Nas maiores superfícies, como água ou pavimento molhado, foi usado uma mistura de mapas cúbicos projectados e reflexos screen-space. Não há nada de único aqui, mas é a mestria com que são apresentados que importa. Se olhares com atenção, vais reparar que os mapas cúbicos estão cuidadosamente alinhados com o cenário, permitindo que os reflexos screen-space se alinhem na perfeição. Isto ajuda a evitar habituais vestígios, nos quais o detalhe no ecrã não está disponível para os reflexos, criando quebras no movimento. No geral, a água tem um aspecto deslumbrante, pequenos riachos e água correm com bom aspecto e o mesmo se pode dizer dos mares tempestuosos na costa. The Last of Us Parte 2 também recorre imenso à chuva, quase metade do jogo corre debaixo de chuva. As gotas funcionam em conjunto com os efeitos das superfícies e iluminação para alcançar um aspecto muito atmosférico. Depois temos a iluminação volumétrica, que desempenha um papel mais importante para criar a atmosfera do jogo, através de uma técnica comparável ao que foi feito em Uncharted 4.
Se queres saber como o jogo corre e se compara entre a PS4 e a PS4 Pro, este vídeo é para ti.
Tudo isto é combinado com uma sequência pós-processamento robusta, que permite todo o conjunto de efeitos cinematográficos, incluindo motion blur por pixel, grainha e campo de profundidade bokeh. O motion blur por objectivo é uma característica dos jogos da Naughty Dog desde Uncharted 2 e a implementação aqui poderá ser a sua melhor. Os vestígios visuais presentes em Uncharted 4 parecem ter sido limpos e como estão combinados com a grainha, permite um movimento geral mais limpo (como sempre, a intensidade pode ser ajustada no menu). O campo de profundidade bokeh surge nas cinemáticas, mas também é usado ao apontar ou executar uma morte furtiva. Também tem um aspecto excelente.
A interacção com objectos e materiais também é muito impressionante. As novas físicas da corda são altamente realistas, por exemplo. Em vários momentos, terás de apanhar e atirar uma corda ou cabo extensor e tem o seu próprio sistema de físicas. Além disso, quando te aproximas ou afastas do ponto de origem, a Ellie vai-se encurtar ou expandir o cabo em tempo real, um toque bonito. O vidro é usado em todo o jogo e gosto muito da animação quando parte. Tens mesmo a sensação do personagem embater um objeto numa superfície com vidro para causar danos ao invés de abanar e passar por ela sem sensação de impacto. Outro detalhe importante é o sistema de sangue, que reforça a sensação de consequência e inquietação quando combates. Após abater um inimigo com um golpe especialmente cruel, podes reparar no sangue que começa a formar-se ao redor da vítima, algo que ocorre mesmo quando o inimigo é morto na água.
Um dos maiores triunfos é a renderização de personagens. Isto é culminar de técnicas nas quais a Naughty Dog trabalhou ao longo da geração e o resultado final é excepcional. Começa com as sequências cinemáticas, renderizadas na sua maioria em tempo real, tal como em Uncharted 4. Como esperado, o nível de detalhe é absurdo, até à dispersão subsuperfície da luz na pele, o detalhe vai até às unhas e aos olhos. Isto é apoiado pelo mesmo nível de atenção ao detalhe na renderização da roupa e animações. A qualidade dos modelos, animação e performance é provavelmente a melhor que já vi. Após algum tempo, parece que estás a ver pessoas reais e não modelos 3D. Também vale a pena mencionar as transições ininterruptas, nada novo, mas a transição de cutscene para gameplay resulta muito bem.
A qualidade das animações está noutro nível. A Naughty Dog é conhecida pelo seu excepcional uso da animação, mas neste jogo, a equipa usa o conceito de "motion matching", técnica desenhada para facilitar a combinação de movimento dos personagens com os dados das animações. É alcançado ao capturar imensos dados de animação e depois construído um sistema para interpretar essa informação de forma realista. Isto significa que todas as animações básicas, incluindo correr, caminhar, virar e agachar exibem movimentos fisicamente corretos sem comprometer a resposta. Por isso sim, The Last of Us Parte 2 é o jogo com melhor resposta do que os anteriores jogos da Naughty Dog. Caminhas mais rapidamente pelo mundo, mas são as transições fluidas entre acções que mais se destacam.
A demo gameplay da E3 2018. O jogo fica perto, mas não alcança este nível.
Como resultado disto, o combate está melhor. As batalhas físicas receberam um tremendo upgrade, cada golpe faz com que o inimigo trema e se contorça, é muito mais visceral. Isto é melhorado pelo que sinto ser uma inteligência artificial muito superior, algo com o qual o original tinha problemas. Desta vez, as reacções e comportamentos dos inimigos e companheiros são mais naturais. É raro ver o teu companheiro correr para o meio de um campo quando deve ser furtivo, por exemplo, e os inimigos procuram por ti de forma mais credível. Também gostei da forma como correm as batalhas maiores com os inimigos a movimentarem-se pelo terreno, enquanto os teus companheiros até acertam alguns tiros. O inimigo até pode contornar-te para tentar apanhar-te desprevenido, é muito mais dinâmico.
Estes são os aspectos que mais se destacam, mas acredito que quem o jogar tirará as suas próprias mais valias. A conclusão é que depois de o terminar, fiquei impressionado. Vi muitos jogos AAA de topo nesta geração e muitos outros estúdios conseguiram impressionar, mas há algo nestas produções da Naughty Dog que se destacam. Este nível de polimento, no contexto de um jogo tão grande é difícil de bater.
The Last of Us Parte 2 mistura ambientes incrivelmente detalhados, com iluminação e materiais naturais com personagens com uma animação incrível e isso nunca deixa de impressionar. É uma produção da mais elevada qualidade como esperavas. Também apresenta um uso excepcional do som 7.1 e uma opção HDR muito boa. É especialmente envolvente nas áreas onde chove, o som das gotas a tocar nos objectos à tua volta acrescenta imenso.

Se tivesse de referir queixas, talvez fosse que o jogo final não está bem ao nível prometido na demo E3 2018. Não me interpretes mal, está perto, mas a animação e sombras não cumprem totalmente com a promessa dessa amostra. No entanto, quando olhas para o que foi feito como um todo, é uma excelente sequela que melhora imenso o gameplay e design de níveis sobre o original. A história poderá não agradar a todos, eu gostei, mas sem dúvida que é uma experiência gameplay superior, integrada dentro de um dos mais impressionantes feitos tecnológicos desta geração.