The Order 1886

The Order 1886 o jogador controla um grupo de cavaleiros conhecidos como The Order - uma força de indivíduos dedicados, fundada à séculos pelo Rei Artur para confrontar criaturas. O jogo decorre em 1886, em que Sir Galahad é um dos mais respeitados cavaleiros da The Order. Sir Galahad e três dos seus mais leais parceiros, irão precisar de toda a ajuda para lutar contra os rebeldes e outras ameaças que espreitam Londres.

The Last Guardian

O jogo se foca no desenvolvimento da amizade entre um garoto e uma criatura gigante semelhante a um grifo chamada "águia do mar" ou "erne" no título em japonês. A criatura possui penas por grande parte do corpo, algumas penas novas bem pontiagudas, e pode-se perceber que possuia asas, as quais possivelmente foram cortadas (A criatura possui lanças e flechas presas às suas costas) e fica inicialmente presa a uma corrente..

Final Fantasy XV

Final Fantasy Versus XIII (Recem Batizado como Final Fantasy XV) é um jogo para Ps4 e Xbox One, o enredo do jogo revolve em torno de um personagem misterioso, que é o último herdeiro de uma dinastia capaz de controlar os cristais.Sendo o RPs mais aguardado da atualidade.

Uncharted 4

Muitos anos depois dos eventos ocorridos em Uncharted 3: Drake's Deception, Nathan Drake (interpretado por Nolan North) que se tinha retirado de ser um caçador de tesouros, é forçado a entrar de novo no mundo dos ladrões. De uma maneira muito mais pessoal, Drake irá embarcar numa aventura a nível mundial em busca de uma conspiração histórica por detrás da fábula de um tesouro pirata. A Naughty Dog refere que o enredo "será a sua maior aventura e que irá testar os seus limites físicos, a sua determinação, e, finalmente, o que ele está disposto a sacrificar para salvar aqueles que ama"

The Witcher 3: Wild Hunt

The Witcher 3: Wild Hunt é o terceiro capítulo da saga de Geralt of Rivia, baseado no livro do famoso escritor polonês Andrzej Sapkowski. O jogo despertou a curiosidade dos jogadores por anunciar 36 finais diferentes e um mapa, no mínimo, 3 vezes maior que o de GTA 5. O game de RPG já foi adiado diversas vezes e agora deve ser lançado no fim de 2014 para Xbox One, PlayStation 4 e PC.

Lightning Returns

Lightning Returns: Final Fantasy XIII é a adição mais recente à saga Fabula Nova Crystallis da série Final Fantasy.O título funciona como uma sequencia de Final Fantasy XIII-2 e concluirá a história da Lightning, que começou com o Final Fantasy XIII.

domingo, 21 de dezembro de 2014

Anunciado PS4 preta e vermelha num bundle com Final Fantasy Type-0 HD


 A Sony anunciou uma versão da PlayStation 4 preta e vermelha que virá incluindo num bundles com Final Fantasy Type-0 HD.
De momento este bundle está previsto apenas para o mercado nipônico e custará 46,980 ienes, cerca de 320 euros.
O RPG de ação vai chegar ao Japão no dia 19 de março do próximo ano e um dia depois na Europa.
Em baixo podem ver mais imagens desta bonita edição limitada.
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Alexandre Vieira
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sábado, 20 de dezembro de 2014

Vice-Presidente da Sony pensa que haverá no futuro o PlayStation 5


 No entanto não sabe se será em formato físico ou via cloud.



Masayasu Ito, vice-presidente executivo da Sony Computer Entertainment, falou da próxima geração da PlayStation na Nikkei Shinbun.

Começou por dizer que acredita que irá haver uma PlayStation 5, no entanto não sabe que forma terá, podendo ser uma consola física ou baseada no cloud.

No entanto mesmo que o formato mude, irão ser criados jogos para a PlayStation 5 porque isso é o que a Sony quer - referiu Masayasu Ito.

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Alexandre Vieira
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Square Enix revela novidades sobre Final Fantasy XV no Jump Festa


 Apresentada uma nova cidade, a nova personagem Cindy. Descansar e alimentar bem é benéfico. E demo técnica do TGS será gratuita para todos.

A Square Enix decidiu levar até ao evento Jump Festa várias novidades sobre Final Fantasy XV, entre as quais novos vídeos e um novo trailer do jogo.


Hajima Tabata, o realizador deste novo jogo da série, contou que existe a necessidade dos jogadores descansarem e alimentarem-se bem para sobreviver aos perigos que iremos encontrar ao longo da aventura.

Ele sublinhou que se os personagens não dormirem ao longo do jogo e não se alimentarem adequadamente não serão capazes de fazer uso de certas habilidades durante os combates, para não mencionar que de cada vez que quiserem subir de nível terão que descansar ou acampar de forma bastante semelhante à vista noutros grandes jogos do gênero.


Os personagens vão poder aguentar 3 dias sem dormir depois disso vão começar a sentir-se mal, no entanto Tabata não se alongou mais sobre o assunto. Comentou no entanto que cada dia equivale a uma hora real, onde 40 a 45 minutos serão de luz solar e o tempo restante é pertença da vida noturna. Dormir vai permitir alargar a duração de certos efeitos benéficos.

Tabata falou também sobre a espetacular cidade de Restarg, onde vamos poder andar livremente quer seja a pé ou de carro. Nela vamos encontrar hotéis para descansar, um grande e variado mercado onde iremos comprar equipamento para os combates e alimentos que vamos poder cozinhar para aumentar as suas vantagens. Os jogadores vão também poder participar em alguns eventos desta cidade.

Ficou confirmado que haverá zonas no jogo que só poderão ser acedidas de comboio. Os jogadores vão poder andar livremente dentro do comboio e durante os combates vão poder realizar as tão famosas invocações, algumas poderão ser adquiridas cumprindo certas condições. No que toca à demo jogável que estará incluída em Final Fantasy Type-0 HD vamos ter a oportunidade de experimentar invocar certas entidades.

A demo vai contar com vozes em inglês e japonês. Tabata contou que é complicado a versão final ter várias idiomas devido à diversidade da Europa e à falta de tempo. Apesar da demo Duscae ser exclusiva de Type-0 HD, a Square Enix espera disponibilizar a demo técnica do Tokyo Game Show gratuitamente para todos.


Uma das grandes novidades foi também a apresentação do novo personagem feminino, uma bonita mecânica que parece ter tudo no sitio chamada Cindy, que apesar de ter pouco peso na história do jogo será de extrema importância no desenrolar da aventura, uma vez que será a responsável por reparar e melhorar o nosso carro. Provavelmente Cindy será a encarnação feminina do famoso Cid. Ela vai estar presente na demo do jogo que virá com Type-0 HD.

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Alexandre Vieira
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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Novidades da Quantic Dream em janeiro


 A Quantic Dreams terá novidades para partilhar em janeiro, revelou o estúdio no Facebook, sem entrar em detalhes.



Não é segredo que o estúdio responsável por Heavy Rain e Beyond: Two Souls na geração anterior está a trabalhar num jogo para a PlayStation 4 há algum tempo, mas resta saber se aquilo que será revelado em janeiro será este projeto.
Com a moda das remasterizações ainda presente, não seria surpreendente se no próximo mês fossem anunciadas versões PS4 de Heavy Rain e/ou Beyond: Two Souls.
Na E3 2013 a Quantic Dream apresentou uma demo tecnológica para a nova geração, mas desde então que tem estado em silêncio.

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Alexandre Vieira
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Sony Santa Monica afirma que está a fazer um jogo AAA badass


E anuncia que irá partilhar em 2015 mais informações sobre a sua equipe de desenvolvimento externo.


 A Sony Santa Monica revelou na PlayStation Experience três jogos que está a desenvolver juntamente com produtoras externas: Fat Princess Adventure, Wattam e What Remains of Edit Finch.

No entanto a produtora ainda não mostrou nenhum projeto interno, apenas anunciou o desenvolvimento de um novo God of War.
O estúdio veio agora a público para revelar que irá partilhar em 2015 mais informações sobre a sua equipe de desenvolvimento externo, no entanto também afirmou que está a fazer um jogo AAA badass.
A questão que fica é: estará a Sony Santa Monica a referir-se ao novo God of War ou a outro jogo que está a desenvolver? O estúdio também aproveitou a ocasião para revelar algumas imagens da sua festa natalícia, que poderão ver em baixo.


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Alexandre Vieira
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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Square Enix quer levar mais jogos de Final Fantasy do passado ao PS4


 Produtora quer que a série toda esteja disponível na console.



A Square Enix tem entre mãos vários jogos da série Final Fantasy (Final Fantasy XV e Type-0)que serão lançados na PS4 e Xbox One, no entanto a produtora quer lançar mais jogos do passado na nova consola da Sony.

Durante a conferência da Sony dedicada ao lançamento da PS4 no mercado chinês, Shinji Hashimoto revelou que Final Fantasy X/X-2 HD Remaster para a PS4 e a adaptação do clássico Final Fantasy VII, mas parece que não se vão ficar por aqui.

"Não nos limitamos a X/X-2, estamos a pensar numa forma de ter os Final Fantasy do passado jogáveis na PS4. A mairia dos nossos Final Fantasy chegaram à PS3, enquanto que grande parte dos jogadores deram o salto para a PS4."

"No caso da China estão praticamente a começar com a PS4 como consola principal. Por essa razão pensamos que eles não puderam jogar a estas pérolas."



Alexandre Vieira
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OutRun e Ayrton Senna: os melhores jogos de corrida do NES e Master System


 O Nintendo 8 Bits e o Master System foram alguns dos primeiros consoles a oferecerem variedade nos jogos de corrida, após a geração Atari 2600 e seu clássico Enduro. Diversas competições envolvendo motos e carros se alastraram pela geração 8 Bits, abrindo caminho para os jogos de corrida 3D como os conhecemos hoje. Confira alguns dos melhores jogos de corrida daquela época.

Ayrton Senna estrelou um dos mais marcantes jogos de corrida da geração 8 Bits (Foto: GameFaqs)Ayrton Senna estrelou um dos mais marcantes jogos de corrida da geração 8 Bits (Foto: Divulgação)
Ayrton Senna’s Super Monaco GP 2 (Master System)
Provavelmente o jogo de corrida mais marcante de sua época, Ayrton Senna’s Super Monaco GP 2 trouxe o popular piloto brasileiro da Fórmula 1 para a série de corrida da Sega. Obviamente a versão do Master System é um pouco mais simples que a do Mega Drive, mas ainda passa uma grande emoção ao ver Ayrton Senna em ação.
Ayrton Senna e a série Super Monaco GP eram uma combinação perfeita (Foto: Game Oldies)Ayrton Senna e a série Super Monaco GP eram uma combinação perfeita (Foto: Divulgação)
OutRun (Master System)
Com uma proposta diferente, OutRun não se focava apenas na corrida, mas em fazer você parecer cheio de estilo enquanto corria. Dirigindo um belo carro veloz por vários cenários diferentes, muitos paradisíacos, jogadores podiam escolher seu caminho e tentar ultrapassar seus competidores a longo prazo.
Antes de se preocupar com a corrida OutRun se importava com o estilo (Foto: Retrounlim)Antes de se preocupar com a corrida OutRun se importava com o estilo (Foto: Divulgação)
Micro Machines (Nintendo 8 Bits / Master System)
Uma das séries de corrida mais carismáticas da geração 8 Bits, Micro Machines fazia jus ao seu nome, trazendo corridas com uma grande variedade de veículos diminutos através dos mais inusitados percursos. Até mesmo uma mesa de café da manhã podia virar uma pista e um pouco de manteiga poderia travar seus pneus.
Micro Machines tinha uma abordagem mais divertida para corridas (Foto: The Video Game Critic)Micro Machines tinha uma abordagem mais divertida para corridas (Foto: Divulgação)
Hang-On (Master System)
Quando lançado para fliperamas Hang-On foi o primeiro jogo a contar com uma máquina em formato de moto que servia para controlar diretamente a ação na tela enquanto você ultrapassa outros competidores e visita variados locais. O Master System recebeu uma conversão direta e se portou muito bem, até se tornando um dos jogos que eram distribuídos na memória do console.
Hang-On passou a vir na memória de muitos modelos de Master System (Foto: Nays Game Reviews)Hang-On passou a vir na memória de muitos modelos de Master System (Foto: Divulgação)
Road Rash (Master System)
Ao ser lançado Road Rash trouxe um novo estilo de jogo de corrida, onde não bastava apenas correr e chegar em primeiro lugar, mas o quanto você se divertia batendo em seus oponentes. A versão do Master System é bem reduzida em relação ao original, mas pelo menos permitiu que a série chegasse aos donos de um console 8 bits.
A versão Master System não se comparava com as outras, mas ainda era divertida (Foto: SMS Plus PSP)A versão Master System não se comparava com as outras, mas ainda era divertida (Foto: Divulgação)
Excitebike (Nintendo 8 Bits)
Um dos jogos de lançamento do Nintendo 8 Bits japonês, Excitebike oferecia muitos elementos que eram incomuns para sua época. Apesar de ter corridas de moto, sua visão era lateral, a jogabilidade tinha grande foco no ângulo de saltos em rampas e ainda havia a possibilidade de criar suas próprias pistas.
ExciteBike era uma corrida de motos com tradicional jeito Nintendo de ser (Foto: Wikipedia)ExciteBike era uma corrida de motos com tradicional jeito Nintendo de ser (Foto: Divulgação)
Alex Kidd BMX Trial (Master System)
Apesar da popularidade de Alex Kidd no Brasil, esse é um interessante jogo que nunca saiu do Japão. BMX Trial apresentava o antigo mascote da Sega, Alex Kidd, pedalando com um estranho sistema de controle, utilizando um joystick especial, e tendo que tomar cuidado para não ser socado pelos outros competidores.
Alex Kidd BMX Trial era um divertido jogo de corrida que nunca saiu do Japão (Foto: Universal Videogame List)Alex Kidd BMX Trial era um divertido jogo de corrida que nunca saiu do Japão (Foto: Divulgação)
Mach Rider (Nintendo 8 Bits)
Provavelmente um dos títulos menos conhecidos da Nintendo, Mach Rider também é um jogo de corrida de moto, mas dessa vez mais semelhante ao estilo de Hang-On e Road Rash. Você escolhe um caminho para percorrer e enfrenta vários veículos inimigos pelo caminho, empurrando-os contra obstáculos ou disparando armas de fogo.
Mach Rider era um jogo bem diferente do padrão Nintendo da época (Foto: HeadcaseGames)Mach Rider era um jogo bem diferente do padrão Nintendo da época (Foto: Divulgação)
Rad Racer (Nintendo 8 Bits)
Visualmente, Rad Racer lembra um pouco o clássico OutRun, mas é um jogo que se firmou em seus próprios méritos (além de ter um nome que basicamente já se intitula radical). Enquanto OutRun era mais preocupado com o percurso, a jornada, em Rad Racer é tudo sobre competição, usar turbos para ultrapassar seus oponentes, bater e capotar.
Semelhante a OutRun no visual, Rad Racer era bem diferente em conceito (Foto: Videogame Music Preservation Foundation Wiki)Semelhante a OutRun no visual, Rad Racer era bem diferente em conceito (Foto:Divulgação)
Spy Hunter (Nintendo 8 Bits)
Baseado nos clássicos filmes de espião dos anos 80 e 90, Spy Hunter trazia um super carro futurista nos moldes de James Bond, com armas e habilidades especiais de transformação. Um dos pontos mais marcantes do jogo era sua característica música, Peter Gunn Theme, tema do programa de detetive Peter Gunn do final dos anos 50.
Spy Hunter misturava corrida e combates no melhor estilo espião (Foto: Nintendo Game Maps)Spy Hunter misturava corrida e combates no melhor estilo espião (Foto: Divulgação)

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Alexandre Vieira
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terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Produtor de Uncharted 4 fala sobre as diferenças entre o trailer da E3 2014 e o da demo do PlayStation Experience


 E explica que apesar de Uncharted 4 trazer muitas novidades, vai continuar a ser Uncharted.

O primeiro vídeo de gameplay de Uncharted 4: A Thief's End convenceu muitos fãs, mas, ao mesmo tempo, outros acusaram o jogo de ter sofrido um downgrade gráfico em relação ao primeiro trailer mostrado durante a E3 deste ano.
Um dos produtores da Naughty Dog, Anthony Vaccaro, decidiu responder a estas acusações através de uma analise feita a umas imagens (que podem ver na parte inferior deste artigo) que compara o primeiro trailer e o primeiro vídeo de gameplay de Uncharted 4.

Aqui estão algumas das reflexões de Vaccaro sobre as imagens.
1. A hora do dia é diferente. - O nosso primeiro trailer passa-se durante a noite, à luz do luar. A demo do jogo passa-se pela manhã. A luz da lua garante mais contraste que dá a sensação de estar de noite, mas, ao mesmo tempo garante uma certa visibilidade.
2. A cara de Drake. - Vocês já viram o trailer? Temos água no primeiro vídeo e por essa razão o rosto, peito e roupas molhadas têm um alto nível de brilho. Drake, no vídeo de gameplay, não está molhado.
3. Os trailers têm uma direcção de arte para cada frame. O primeiro trailer não é um gameplay e tivemos a oportunidade de fazer uma direcção de arte que pode, pelo contrário, dificultar o gameplay. Nós tivemos muito mais oportunidades de transmitir emoções no primeiro trailer.
O trabalho da Naughty Dog também foi comentado por um artista da Rockstar, Owen Shepherd, que disse que, "Há uma grande diferença entre o que se pode fazer num trailer e o que se pode fazer num gameplay e eu não me estou a referir à tecnologia, mas à direcção de arte. Sinceramente, acho que, com a mesma iluminação, é possível obter imagens 90% iguais aos do trailer. Acho que está com um aspecto fantástico e mal posso esperar para jogá-lo."

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Alexandre Vieira
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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Vídeo aponta cinco razões para não quererem fazer a pré-encomenda de The Order


 Exclusivo PS4 é uma das grandes apostas da Sony para 2015.



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Alexandre Vieira
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Charlie Nash vai regressar em Street Fighter V




 Durante a Capcom Cup foi mostrado um vídeo de uma partida de Street Fighter V na integra (podem ver no vídeo em baixo) além de ter sido revelado que Charlie "Nash" vai regressar.

Nash apareceu primeiro em Street Fighter Alpha e a última vez que foi visto foi em Street Fighter Alpha 3 em 1998. Ele é o melhor amigo de Guile e de Chun Li que se acreditava estar morto.
Durante o evento Yoshinori Ono, produtor executivo de Street Fighter V, estava vestido como Nash, e revelou que o jogo irá ter muitos segredos e que "cada personagem será mais único do que vocês possam imaginar". Mais detalhes sobre o sistema de combate serão revelados numa data posterior.
Ono falou também sobre os benefícios da parceria entre a Sony e Street Fighter V.
"Na semana passada quando tu estava no palco da PlayStation Experience, prometemos que a parceria entre a Sony e a Capcom iria levar a grandes feitos na comunidade dos jogos de luta," disse Ono. "Bem, estou muito contente por poder anunciar hoje uma das vantagens desta parceria. Estamos entusiasmados por podermos confirmar que haverá uma Capcom Pro Tour e uma Capcom Cup novamente no próximo ano e o prêmio aumentou para meio milhão de dólares."
De relembrar que o prêmio deste ano é 50 mil dólares.
Ono acrescentou ainda que apesar de estarem a trabalhar incansavelmente em Street Fighter V, a equipe vai continuar a suportar Ultra Street Fighter IV.


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Alexandre Vieira
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sábado, 13 de dezembro de 2014

Square Enix registra a marca SaGa Asterism






A série de RPG SaGa poderá contar em breve com um novo jogo se tivermos em conta um novo registro de uma nova marca da Square Enix para o mercado japonês com o nome SaGa Asterism.

Para já nada é oficial, mas tendo em conta que amanhã a companhia fará uma conferência dedicada ao vigésimo quinto aniversário da série, é provável que seja mostrada uma nova aventura.
Para além disso a Square Enix registou também a marca Arcadia no Aoki Miko, da qual nada se sabe.

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Alexandre Vieira
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C|Net indica os jogos mais decepcionantes de 2014


 O site C|Net publicou uma lista dos jogos que foram mais decepcionantes para eles durante este ano de 2014.
O site fez questão de mencionar que os jogos que estão nessa lista não são jogos necessariamente maus mas sim jogos que não cumpriram com as expectativas em torno deles.
Em baixo fiquem com o top 6 dos jogos mais decepcionantes e os motivos pelos quais foram escolhidos. Nos comentários não deixem de dar também as vossas opiniões.
  1. Assassin's Creed Unity - "Os jogadores e analistas criticaram o jogo pelos seus problemas técnicos que incluíam, terríveis quebras de frame rate, estranhos erros gráficos com os NPC, entre outros problemas gráficos."
  2. NHL 15 - "Alguma controvérsia no desenvolvimento, características que não chegaram a estar no jogo e problemas de jogabilidade, tudo isto levou a série NHL que outrora estava nos píncaros a entrar na rua da amargura. NHL 15 na Xbox One e PS4 apesar dos gráficos e do grande valor de produção, pperdeu uma grande quantidade de modos de jogos em comparação com a muito aclamada versão da geração passada de 2013."
  3. The Sims 4 - "A série The Sims tornou-se sinónimo de grande inovação em termos de design, mas The Sims 4 parece ter sido um passo atrás. Uma vez que parece ser mais do mesmo e não trazer nada de inovador."
  4. Thief - "Um desenvolvimento atribulado com o projecto a mudar de equipa muitas vezes, e o resultado final apresentou um jogo sem inspiração e sem nada assombroso."
  5. Watch Dogs - "Os anos de hype que Watch Dogs teve antes de ser lançado não foram justos. Watch Dog's não é um mau jogo, mas não conseguiu cumprir com as altas expectativas geradas em seu redor. O jogo ensinou uma grande lição. Não se deixem comprar pelo hype, deixem a versão final de um jogo mostrar aquilo que ele vale. Uma demo ou trailer nunca é um verdadeiro indicador da qualidade de um jogo."
  6. Destiny - "Em termos de mecânicas de jogabilidade, Destiny foi um FPS acima da média. Mas para além disso, Destiny foi um jogo banal em quase todas as categorias. O jogo tornou-se numa vitima do seu próprio hype, fazendo os jogadores acreditar que estavam a adquirir algo que simplesmente não existia. Uma história coerente, variedade de níveis e uma experiência de campanha substancial, foi tudo o que não foi encontrado no jogo."

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Alexandre Vieira
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Os meus 12 desejos para 2015 - Que Final Fantasy XV seja lançado em 2015 e devolva a série à sua glória


 A colheita de 2013 foi uma das melhores de sempre com The Last of Us, Grand Theft Auto V, Bioshock Infinite, Super Mario 3D World, 2 novos consoles e o imparável catálogo da 3DS a darem cabo das nossas contas. 2014 não se limitou a ser uma sombra de 2013; diria mesmo que foi um dos piores anos para se ser jogador. Se o tivesse que resumir a uma palavra seria desilusão.

Desilusão em relação aos grandes lançamentos do ano. Destiny, Watch Dogs e Titanfall tiveram um hype descomunal que começou a ser construído de há uns anos para cá. Todos eles ficaram aquém das expectativas.
Desilusão em relação às grandes editoras. O ano ficou marcado por grande lançamentos AAA apressados e carregados de bugs que mancharam a reputação da vários estúdios. A Ubisoft foi quem saiu mais lesada, com Assassin's Creed Unity a tirar a Driveclub a coroa de “fail do ano”. O recentemente lançado The Crew foi mais um rato que a montanha pariu.
Por fim, desilusão em relação à nova geração. No que toca a jogos, a Wii U teve um ano excelente mas o preço ainda é demasiado alto para ser adptada em massa. Os medos em relação ao hardware da PlayStation 4 e Xbox One começam a ser comprovados, discussões sobre performance a serem o pão nosso de cada dia e os tão desejados 1080p + 60fps a não passarem de uma miragem. A palavra “remasterização” foi das mais populares do ano, com muitos poucos títulos originais e ainda menos exclusivos a serem lançados. E se a Xbox One teve um punhado de bons exclusivos durante o seu primeiro ano de vida (Forza Horizon 2, Titanfall, Sunset Overdrive e The Master Chief Collection), inFamous: Second Son foi o único exclusivo obrigatório na consola da Sony nos últimos 12 meses. Felizmente, 2015 promete corrigir isso.
Dos meus desejos para 2014, 5 realizaram-se, 5 nem por isso e dois...mais ou menos. Vamos ver se em 2015 tenho melhor sorte. Cá estão eles:
Que o preço da Wii U baixe para 150€ ou 200€
De todas os novos consoles, o Wii U é indiscutivelmente a que tem o melhor catálogo de exclusivos (em parte por ser também a única com 2 anos no mercado). Mario Kart 8, Super Smash Bros. Wii U e Bayonetta 2 foram os grandes lançamentos deste ano e 2015 promete ser ainda mais preenchido, com Shin Megami Tensei X Fire Emblem, Xenoblade Chronicles X, Splatoon, Zelda Wii U, Star Fox Wii U e Yoshi's Wooly World a liderarem um excelente ano para o console doméstica da Nintendo.
Com o abandono geral por parte das editoras third party, o Wii U tornou-se num console secundária, reservada apenas aos mais hardcore (algo bastante irônico, tendo em conta a visão original da Nintendo para ela). Apesar de acreditar que já é tarde demais para mudar o seu destino, um corte no preço tornaria o Wii U acessível a todos aqueles que querem uma mas que têm medo do fim prematuro que sempre a assombrou.
1
O catálogo da Wii U já justifica a sua compra mas a falta de third parties relegam-na para consola secundária.
Que The Division não seja uma desilusão
A Ubisoft nunca escondeu a ambição de se tornar na nova EA e em 2014 finalmente conseguiram-no. Infelizmente, foi pelas piores razões. Tom Clancy's The Division é o título ideal para se livrarem deste estigma. Alvo de tanta atenção na E3 quanto o tanto ou quanto desapontante Watch Dogs há três anos atrás, e o malogrado Assassin's Creed Unity este ano, The Division tem tudo para ser um dos títulos mais marcantes da nova geração se, ao contrário do que tem feito ultimamente, a Ubisoft não apressar o seu desenvolvimento.
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A reputação da Ubisoft está nas tuas mãos.
Que o Xbox One devolva à Rare a reputação que tinha na Nintendo 64
A Rare dos anos 90 e início dos 2000 tinha uma reputação equiparável apenas à de que goza a Naughty Dog nos dias que correm mas, depois de terem sido adquiridos pela Microsoft, o cenário tornou-se muito diferente. Conker: Live and Reloaded e Viva Piñata foram as excepções à regra da mediocridade, tendo a empresa sido relegada para o desenvolvimento de clones do Wii Sports depois do gigantesco flop que foi o horrível Banjo-Kazooie: Nuts and Bolts.
Felizmente para nós, Phil Spencer parece lembrar-se da Rare de outros tempos e prometeu que o estúdio está a trabalhar “num jogo único” e “de fazer cair o queixo”. Façam figas para que não venha aí Kinect Sports Remastered.
3
Pessoalmente, adoraria ver um Conker's Bad Fur Day 2.
Que a Square Enix localize Dragon Quest VII para a 3DS
Final Fantasy VII trouxe para a Europa o JRPG, um gênero até então praticamente exclusivo dos japoneses e norte-americanos. Títulos obrigatórios como Final Fantasy Tactics, Chrono Trigger, Chrono Cross, Xenogears ou Dragon Quest VII nunca foram lançados por cá durante os tempos dourados do género, na PlayStation original.
Dragon Quest VII é geralmente considerado um dos melhores da série e foi alvo de um remake na 3DS há uns anos atrás e, apesar das boas vendas de Dragon Quest VIII e IX no ocidente e das várias petições a pedir a localização do jogo, nem a Nintendo nem a Square Enix demonstraram qualquer intenção em fazê-lo.
4
A esperança é a última a morrer mas ultimamente anda muito moribunda.
Que a SEGA seja adquirida, de preferência pela Nintendo
Há uns tempos atrás, a Nintendo anunciou que ia às compras e uma das principais candidatas a ser adquirida era a velha rival SEGA. Continuo a ser da opinião que seria a melhor coisa que poderia acontecer às duas empresas, introduzindo no portfólio da Nintendo dezenas de IPs desaproveitadas, colocando a empresa com um pé no mercado mobile (no qual a SEGA tem tido algum sucesso) e pondo mão no franchise Sonic que, surpreendentemente, consegue piorar a cada ano que passa.
5
Com uns “invejáveis” 33/100 no Metacritic, Sonic Boom é o novo ponto baixo de uma série que pouco se importa com a qualidade de outros tempos.
Que os novos Gears of War, God of War e Resident Evil sejam reboots
De vez em quando, começar do zero é a melhor coisa que se pode fazer e estas séries precisam urgentemente do tratamento que recebeu Tomb Raider há dois anos atrás. O inovador cover system de Gears of War já cansava a meio do terceiro jogo e Judgement serviu apenas para encher chouriços. Foi uma desilusão de vendas e de crítica.
Qualquer amante de hack n' slash que se preze não vai à bola com o repetitivo sistema de button mashing + QTEs de God of War mas a série já foi um êxito entre os jogadores mais casuais. Com o tema da mitologia grega praticamente esgotado e um quarto jogo que não deixou saudades, a série precisa urgentemente de um novo herói e/ou uma nova mitologia. O antigo Egipto, a mitologia nórdica e a da America central seriam bons candidatos.
O maior susto que Resident Evil 6 nos pregou foi logo aos primeiros 5 minutos de jogo, quando nos apercebemos que a série se encontra no momento mais miserável da sua existência. Se não deixar de se armar em shooter e regressar às raízes do terror, corre sérios riscos de seguir o caminho de Alone in the Dark.
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Ah...bons tempos em que para subir bastava pressionar para cima na direcção.
Que Final Fantasy XV seja lançado em 2015 e devolva a série à sua glória
Já confessei que em tempos Final Fantasy foi a minha série favorita mas a geração passada deixou-a completamente de rastos. XIII é a entrada pior recebida de sempre na série e as vendas das suas sequelas refletem um sentimento generalizado de crescente desinteresse por Final Fantasy.
Final Fantasy XV é visto pela própria Square Enix como o tudo ou nada para um franchise que já foi dos mais reputados da indústria mas que hoje vive, sobretudo, de remakes, spinoffs e relançamentos que capitalizam o sentimento de nostalgia dos fãs. Final Fantasy XV tem um aspecto excelente mas não me esqueço que XIII também o tinha. Quero mesmo muito que Final Fantasy XV seja um regresso à boa forma de outros tempos mas depois do que aconteceu na geração passada, vou prosseguir com muita cautela.
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Final Fantasy XV é a prova de fogo para uma série que numa só geração alienou uma grande fatia da sua base de fãs.
Que a Rockstar mostre um novo Red Dead na próxima E3
Não deve ser fácil trabalhar na sequela daquele que é considerado por muitos o melhor jogo da geração passada. Compreendo que a pressão para melhorar algo muito próximo de um jogo perfeito seja enorme mas acho que meia década depois de Red Dead Redemption está na altura para mostrar o que está em desenvolvimento (se é que alguma coisa está em desenvolvimento).
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Como melhorar a perfeição?
Que as editoras parem com os remasters
Haverá semana que passe sem que um novo remaster seja anunciado? Mesmo enquanto escrevia este oficializaram Final Fantasy X e X-2 HD para a PlayStation 4 e surgiram rumores de uma remasterização de Borderlands! Com alguma sorte, vou enviar o texto para a edição e vai surgir mais um remaster. Feitas as contas, a atual geração tem, até agora, mais remasterizações do que jogos originais exclusivos. Muitos olham para isto como uma boa oportunidade para jogar a melhor versão possível de títulos que lhes passaram ao lado. Outros vêem os remasters apenas como uma forma das editoras fazerem dinheiro sem grande esforço e como um forte argumento para não entrar já na nova geração uma vez que já jogaram boa parte do seu catálogo. Eu incluo-me no último grupo e preferia ver jogos novos a ter que pagar duas vezes pelo mesmo produto.
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Estamos perante um port para a PlayStation 4 de um remaster na PlayStation 3 de dois jogos da PlayStation 2.
Que Shenmue III seja anunciado
Shenmue III é sem dúvida um dos jogos mais desejados de sempre. Os dois primeiros jogos foram altamente influentes, mega produções que não venderam bem e coincidiram com a saída da Sega da produção de hardware. Os dois capítulos finais na saga de Ryo continuam por ser contados, apesar de um interesse geral da comunidade de jogadores. Yu Suzuki demonstrou interesse em colocar um ponto final na série mas parecem existir poucos interessados com vontade de assumir o risco. O meu conselho? Lancem Shenmue I e II em HD e em formato digital para testar as águas e financiar o terceiro capítulo.
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Isto seria o sonho.
Que Fallout 4 seja, finalmente, anunciado
Além do Shenmue III, há também quem desespere por Half-Life 3. Outros venderiam a alma por The Last Guardian. No meu caso, o eterno desejado é Fallout 4. New Vegas foi lançado há mais de 4 anos, Bethesda! Um teaser de poucos segundos da wasteland nos consoles da nova geração seria o suficiente para partir a internet durante uns tempo
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'My body is ready' - Reggie Fils-Aime
Que a Sony e a Microsoft não dêem tréguas uma à outra nem aos nossos bolsos
Se a guerra dos consoles fosse apenas entre a Xbox One e a PlayStation 4, a Microsoft teria sido a vencedora do ano de 2014. Os exclusivos foram em maior quantidade e qualidade, e Phil Spencer tomou todas as medidas certas desde que assumiu a liderança da divisão. Além de inFamous: Second Son, a plataforma da Sony teve um desastre de relações públicas nas mãos chamado Driveclub e o ano fez-se mais de promessas para o futuro do que de jogos para o presente (Greatness awaits, não é verdade?).
Em 2015 as coisas prometem aquecer, com grandes lançamentos dos dois lados da barricada. Halo 5: Guardians, Scalebound, Rise of the Tomb Raider e Quantum Break são as principais armas da Microsoft mas a Sony não lhe fica nada atrás, com Uncharted 4, Bloodborne, Street Fighter V e The Order 1886 a tornar o PlayStation 4 obrigatória.
Vai ser um ano muito, muito interessante.
E vocês? Qual é o seu desejo para 2015?

Escrito por

Alexandre Vieira
Apaixonado pelo mundo dos videojogos e principalmente Jrpgs e fã da serie Final Fantasy.