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pós muita expectativa, Super Mario Odyssey finalmente chega ao Nintendo Switch, prometendo ser uma nova versão da série do famoso personage...

pós muita expectativa, Super Mario Odyssey finalmente chega ao Nintendo Switch, prometendo ser uma nova versão da série do famoso personagem, novamente com plataformas e jogabilidade 3D – lembrando o clássico Super Mario 64. Além dele, títulos como Assassin's Creed Origins e Just Dance 2018, ambos multiplataforma, além da versão para computadores de Destiny 2, chegando um pouco atrasada, mais de um mês após a edição consoles ser lançada no mercado. Confira todos os destaques:
Super Mario Odyssey promete ser um dos melhores jogos da franquia

Super Mario Odyssey - Switch - 27 de outubro

Super Mario Odyssey vem para mostrar aos donos do Switch que o console é o local certo para uma nova aventura do famoso encanador da Nintendo. O jogo promete se passar em cenários mais realistas e trazer o personagem com uma habilidade inédita: a possibilidade de possuir outros seres com seu chapéu mágico.



Assim como em jogos passados, Super Mario Odyssey traz aventuras com plataformas e jogabilidade no mundo 3D. O título deve ser o maior já feito com o herói e promete ter muitos segredos destrancáveis. Ele é exclusivo do Switch e é o primeiro “game principal” da marca desde Super Mario 3D World.

Assassin's Creed Origins - PS4, Xbox One - 27 de outubro

Após muitos anos, a série Assassin's Creed retorna com o inédito Assassin's Creed Origins. Agora a aventura se passa no Egito antigo e um novo protagonista, Bayek, toma conta. Novamente veremos informações sobre a origem dos assassinos e mais sobre momentos históricos.

Assassin's Creed Origins terá muitos elementos inéditos na jogabilidade. Um deles é a visão de águia, que agora te permite realmente controlar uma águia pelo cenário e vigiar inimigos ou descobrir segredos. O game também roda com os melhores gráficos da série, compatíveis com os consoles atuais.

Wolfenstein II: The New Colossus - PS4, Xbox One - 27 de outubro

Wolfenstein II: The New Colossus continua a série Wolfenstein de forma caprichada, com mais uma aventura de tiro em primeira pessoa, que agora coloca o jogador em um passado alternativo, onde os nazistas ganharam a Segunda Guerra Mundial e dominaram o mundo.

Neste cenário o jogador controla um dos últimos soldados da resistência, que tem como principal tarefa lidar com a ameaça nazistas, incluindo versões robóticas de soldados – até mesmo em versões gigantes.

Just Dance 2018 - PS4, Xbox One, PS3, Xbox 360, Switch, Wii, Wii U, PC - 24 de outubro

Como todo ano, Just Dance ganha uma nova edição e com Just Dance 2018 não foi diferente. Até mesmo no Wii, o título da Ubisoft foi lançado com, principalmente, novidades no setlist, além de outros modos de jogo.

A trilha sonora deste ano inclui sucessos atualizados e outros hits do passado, entre eles: Another One Bites the Dust (Queen), 24k Magic (Bruno Mars), Blow Your Mind (Dua Lipa) Blue (Eiffel 65), Fight Club (Lights), Footloose (Kenny Loggins), John Wayne (Lady Gaga), New Face (Psy), Naughty Girl (Beyonce) e Waka Waa (Shakira), entre outros.

Destiny 2 - PC - 23 de outubro

Depois de muito atraso, Destiny 2 finalmente desembarca no PC. Esta edição é virtualmente igual à que saiu nos consoles, mas com várias melhorias gráficas, entre elas os gráficos em resolução maior e imagem rodando a 60 quadros por segundo, garantindo mais suavidade.

Em Destiny 2 o jogador continua seu papel como Guardião, um ser poderoso que é alimentado pela Luz do Viajante e pode realizar feitos sobre-humanos com ela. É neste cenário que surge a Legião Vermelha, nova ameaça que planeja tomar a Luz de todos. A campanha de Destiny 2 conta a batalha contra a Legião, mas há ainda componentes multiplayer coop e competitivos.

A versão PC de The Evil Within 2 pode ser jogada tanto em terceira pessoa, com a câmera na altura do ombro do protagonista, quanto em prime...

A versão PC de The Evil Within 2 pode ser jogada tanto em terceira pessoa, com a câmera na altura do ombro do protagonista, quanto em primeira pessoa, modo em que se enxerga pelos olhos do personagem, algo inédito na franquia.

Neste caso, no entanto, não se trata de um game que oferece as duas opções de câmera ao jogador por meio de um menu -- a opção escondida de jogar em primeira pessoa só pode ser ativada seguindo alguns passos:
  • Crie um atalho de The Evil Within 2 na sua área de trabalho;
  • Clique com o botão direito no atalho, vá em Propriedades e digite +com_allowconsole 1 em Destino, sem apagar o que já está nessa linha;
  • Comece o jogo e, assim que começar o gameplay, aperte a tecla Insert do seu teclado;
  • Quando o game começar, aperte a tecla Insert ou Inserir e digite pl_FPS 


The Evil Within 2 já está disponível para PlayStation 4, Xbox One e PC.

Foram revelados os primeiros jogos do Xbox Original que serão retro-compatíveis com a Xbox One. Os títulos da lista em baixo estarão ...

Foram revelados os primeiros jogos do Xbox Original que serão retro-compatíveis com a Xbox One.

Os títulos da lista em baixo estarão disponíveis a partir de amanhã, 24 de Outubro, e vão correr com a resolução 1080p. Para além do aumento na resolução, as framerates serão mais suaves e os tempos de carregamento foram reduzidos.
Jogos Retro-Compatíveis da Xbox Original
  • Star Wars: Knights of the Old Republic
  • Ninja Gaiden Black
  • Crimson Skies: High Road to Revenge
  • Fuzion Frenzy
  • Prince of Persia: The Sands of Time
  • Psychonauts
  • Dead to Rights
  • Black
  • Grabbed by the Ghoulies
  • Sid Meier's Pirates!
  • Red Faction II
  • BloodRayne 2
  • The King of Fighters Neowave
Tal como a retro-compatibilidade da Xbox 360, se já tens estes jogos, poderás simplesmente inserir o disco na consola e desfrutar deles na Xbox One. Também poderás jogá-los sem qualquer custo adicional caso os tenhas em formato digital.
Se quiseres comprá-los, o valor rondará os 10 euros.

A Microsoft voltou a falar sobre o cancelamento de Scalebound, título exclusivo da empresa, que teve a produção interrompida em janeiro des...

A Microsoft voltou a falar sobre o cancelamento de Scalebound, título exclusivo da empresa, que teve a produção interrompida em janeiro deste ano. Em entrevista à revista Gameinformer, a gerente e publisher mundial da Microsoft, Shannon Loftis, disse: "Não estamos falando sobre o estado do jogo. Descontinuá-lo foi uma decisão incrivelmente difícil de tomar".

Além disso, ela comentou as motivações que os levaram a cancelar o game: "Quando tomamos essas decisões, nós nos perguntamos três coisas. É o game correto? É a experiência correta? É o momento correto? Se a resposta não for 'sim' para as três, nós não damos continuidade ao ciclo de desenvolvimento."
Loftis também citou a responsável pelo game. "A PlatinumGames é uma desenvolvedora incrivelmente talentosa. E ela está dando certo. Eles fizeram NieR: Automata, que eu achei incrível, e estou ansiosa para ver o seu próximo passo", contou.
Apesar do cancelamento do game, a Microsoft renovou a marca registrada de Scalebound. Há especulações de que a empresa vai retomar o desenvolvimento do título com outro estúdio. Anteriormente, foi revelado que a Platinum poderia continuar o desenvolvimento de Scalebound com outra publisher. Mesmo se esse fosse o caso, o título do projeto precisaria ser mudado. Nada foi confirmado por nenhum dos lados até o momento.

A Square Enix anunciou que ao contrário do esperado, a expansão multijogador de Final Fantasy 15, chamada Camaradas, foi adiada e ainda não...

A Square Enix anunciou que ao contrário do esperado, a expansão multijogador de Final Fantasy 15, chamada Camaradas, foi adiada e ainda não existe uma nova data concreta.


De acordo com a editora Japonesa, que partilhou a informação através das redes sociais, a expansão Camaradas passará por ajustes finais adicionais, necessários para criar a melhor experiência possível.
De momento, a Square Enix diz apenas que a expansão chegará no início de Novembro.


Due to final adjustments & to create the best possible experience, the online expansion  will now be released in early November
A editora pede desculpas por quaisquer inconveniências que isto possa ter causado e assim que possível, anunciará a nova data.

Final Fantasy 15: Expansão Multijogador - Camaradas estava prevista chegar no dia 27 de Outubro, mas agora terás de esperar mais alguns dias para caçar monstros com os teus amigos.

No início da semana, a Amazon em Espanha listou o jogo Ni no Kuni II: The Revenant Kingdom para a Xbox One, versão que não foi anunciada of...

No início da semana, a Amazon em Espanha listou o jogo Ni no Kuni II: The Revenant Kingdom para a Xbox One, versão que não foi anunciada oficialmente e deixou os fãs a especular.
Depois de dois dias de rumores sobre uma eventual revelação do jogo da Level-5 para a consola da Microsoft, a Bandai Namco reagiu aos rumores e respondeu que o jogo será lançado apenas na PlayStation 4 e PC.
Em resposta ao Gematsu, a editora confirmou apenas a PS4 e o PC como plataformas de destino para o novo jogo da Level-5.
Bandai Namco's response to Gematsu regarding Ni no Kuni II for Xbox One rumors: "Ni no Kuni II is only in development for PS4 and Steam."

Ni no Kuni II: The Revenant Kingdom será lançado a 19 de Janeiro de 2018 no PC e PS4.

Após a notícia sobre o encerramento da Visceral Games e da passagem do seu Star Wars em desenvolvimento, foram muitas as reações que surgir...

Após a notícia sobre o encerramento da Visceral Games e da passagem do seu Star Wars em desenvolvimento, foram muitas as reações que surgiram de vários quadrantes da indústria.

O encerramento da Visceral Games de Dead Space e a notícia que o seu Star Wars mudará de foco, passando de um jogo apenas para um jogador para um jogo com fortes bases multi, também motivou muitos trabalhadores a defender as experiências mais lineares e cinematográficas.
É o caso de Cory Balrog, diretor do novo God of War que tanto esperas para a tua PlayStation 4, que agradeceu todo o trabalho feito pela Visceral Games ao longo dos seus jogos e defendeu as campanhas singleplayer.
"Eu adoro jogos single player lineares. Entristece quando a palavra linear é considerada uma coisa má. Podes ter dinamismo num jogo de história linear," disse Balrog no Twitter.
I love linear single player games. Saddens me when the word linear is considered a bad thing. You can have agency in a linear story game.

Ainda a respeito do encerramento da Visceral, Jason Schreier do Kotaku partilhou que a EA poderá ter dado essa desculpa devido aos investidores, mas na verdade o foco no singleplayer não afetou o projeto.

Foi mesmo o estado caótico em que se encontrava o desenvolvimento, segundo as palavras de Schreier.

A mais recente consola da Microsoft, a Xbox One, é uma máquina fantástica que passados dois anos ainda vive assombrada pela má fama da cont...

A mais recente consola da Microsoft, a Xbox One, é uma máquina fantástica que passados dois anos ainda vive assombrada pela má fama da controversa apresentação. O peso dos passos em falso da Microsoft foi tão forte que algumas pessoas ainda acreditam que muitas das odiadas políticas estão presentes na consola. O preço acima do da PlayStation 4, a presença do Kinect, o conceito de 'always on' e a gestão dos direitos sobre os produtos que negava aos utilizadores a capacidade de emprestar ou vender jogos danificaram de tal forma a imagem da consola que ainda hoje ela sofre com isso. No entanto, para quem vai mais longe, para quem se apaixonou pelos jogos apresentados pela Microsoft, a realidade é completamente diferente. Vivem num mundo no qual combinam multi-plataformas de elevada qualidade com alguns poderosos exclusivos que deixam qualquer jogador a vibrar.
Existem grandiosas produções para a tua Xbox One mas aqui queremos apenas destacar dez jogos que consideramos essenciais no catálogo de qualquer jogador que tenha uma. Existem inúmeros títulos que poderiam estar aqui, com qualidade suficiente para se tornarem essenciais mas estes são os jogos que acreditamos transmitirem na perfeição o ADN da consola e que na altura do seu lançamento, e talvez ainda hoje, foram símbolos de expressão da Microsoft para a Xbox One. Dez jogos que de uma forma ou de outra marcaram o percurso da consola e se fores agora comprar uma, provavelmente encontrarás muitos deles a preços bem apetecíveis. Naquele que será um final de ano altamente importante para a Xbox One, queremos aqui apresentar dez propostas que podem fazer da tua consola um lugar bem mais especial.
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De certa forma, esta lista também é uma forma de te preparares para a chegada da Xbox One X, que chegará às lojas a 7 de Novembro.

A vida do líder de uma equipa de desenvolvimento dedicada a um fighting game aclamado a nível mundial pode ser bastante difícil, que o diga...

A vida do líder de uma equipa de desenvolvimento dedicada a um fighting game aclamado a nível mundial pode ser bastante difícil, que o diga Katsuhiro Harada. O lançamento de Tekken 7 tornou-se um pouco conturbado e mesmo após sabermos que já vendeu mais de 2 milhões, muitos ainda acreditam que podia ter vendido mais.

Alcançar um equilíbrio entre novos personagens e figuras já adoradas não é fácil. A ausência de figuras clássicas e nomes acarinhados em Tekken 7 tem suscitado algumas críticas à equipa, algo sobre o qual Harada decidiu falar.
Harada trabalha na série Tekken há mais de 20 anos e diz que todos os personagens são como filhos para ele. O produtor Japonês diz que gosta de todos eles e jamais seria capaz de não gostar de algo no qual trabalharam tanto. Harada vê as coisas por uma outra perspectiva, pela popularidade dos personagens. O mais importante para a equipa é tentar descobrir o porquê de um personagem em específico não se ter tornado popular.
"É nossa a responsabilidade da falta de popularidade de alguns personagens."
"No entanto, também é uma realidade que nem todos os personagens se vão tornar populares (também é verdade que existirá uma classificação e os dados de popularidade são diferentes dos dados de utilização," disse Harada aos fãs no Twitter.
Harada disse também que são precisos novos personagens e que aumentar o número total de lutadores aumenta os custos de desenvolvimento, sem esquecer a complexidade dos sistemas de gameplay.
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O produtor da série Tekken dá o exemplo de Tekken Tag Tournament 2, que foi bem recebido pelos fãs dedicados, mas também gerou algumas críticas. Tekken 3 e Tekken 7 produziram bons resultados, em termos de vendas e dados promocionais, enquanto Tekken 5 permanece como um dos jogos da série mais elogiados pelos adeptos da série.
"Por vezes, tal como os fãs, fico triste. Pessoalmente, adoro o estilo de jogo do Marduk. No entanto, é uma verdade estatística que Marduk não conseguiu reunir muito apoio entre os fãs."Segundo diz Harada, os pedidos sobre o regresso dos lutadores também podem ser altamente conflituosos, sendo necessário tomar decisões nas fases iniciais do desenvolvimento do jogo.
Harada também explicou que as tabelas de popularidade variam entre as diferentes regiões e que a popularidade de um personagem não é igual ao rácio de utilização no jogo.
As vendas positivas de Tekken 7 podem ajudar a equipa a apresentar pedidos aos gestores da Bandai Namco, mas Harada quer que os fãs dêem o apoio aos personagens enquanto estão activos nos jogos.

O The Evil Within original apresentou vários problemas técnicos. Um rácio de fotogramas inconsistente nas consolas e uma pobre conversão PC...

O The Evil Within original apresentou vários problemas técnicos. Um rácio de fotogramas inconsistente nas consolas e uma pobre conversão PC que não queria de forma alguma correr em rácios de fotogramas elevados, era preciso melhorar muito para a inevitável sequela. Essa sequela chegou na semana passada, liderada por um novo direto e com promessas de um motor muito melhorado.

The Evil Within 2 consegue ultrapassar os problemas do primeiro e entregar uma experiência de terror com qualidade e performance suave? Os nossos testes sugerem que a versão PlayStation 4 está boa e oferece uma enorme melhoria no polimento e qualidade. Apesar das melhorias chegarem às restantes versões, existem outros aspectos que desapontam. O Xbox One sofre com uma qualidade de imagem inferior e problemas no rácio de fotogramas, enquanto no PC parece incapaz de tirar o máximo do teu equipamento, significando que 60fps estiveram fora do nosso alcance - mesmo com um i7 overclocked e uma poderosa Titan Xp...a 720p.
Os problemas são frustrantes, nas quem jogar no PS4 consegue uma boa experiência com apenas problemas menores. Quando começas, surge um ecrã que indica que o jogo foi criado com o STEM Engine - da id Tech. Temos poucas informações sobre esta tecnologia mas as palavras "powered by id Tech" também adornam o logo do VOID Engine da Arkane Studios, que segundo os seus criadores, deriva do id Tech 6, e Tiago Souza da id confirmou elementos do seu trabalho em DOOM de 2016 no novo Evil Within.
Ainda assim, a sequencia é uma grande melhoria sobre o primeiro. O novo moto suporta funcionalidades visuais avançadas que não estavam disponíveis no original. Um motion blur por câmara e objecto de alta qualidade aumenta imenso a fluidez da animação do jogo. Um efeito subtil que não desfoca a imagem, mas resulta num jogo mais impressionante em movimento.
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The Evil Within 2 na PS4. Não existe suporte Pro, o que é frustrante, mas de resto, está polido.











Também existem ambientes maiores e mais complexos, com menos ecrãs de carregamento ao ponto de percorreres zonas grandes enquanto entras em edifícios sem interrupções. O trabalho de texturas não consegue uma resolução excepcionalmente alta, mas as superfícies têm um aspecto bom o suficiente e a adição de realces especulares de alta qualidade ajudam a criar um aspecto mais coeso. A forma como a luz interage com as várias superfícies está excelente e além disso, temos reflexos screen-space. Desde os pavimentos úmidos ao vidro brilhante na mobília, a implementação é excelente. A aberração cromática também é usada e apesar de acharmos que está muito boa, pode ser desativada. Este motor está um passo à frente, permitindo à equipa de arte despoletar toda a sua criatividade.
A qualidade de imagem é impressionante: anti-aliasing temporal é usado, eliminando quase todos os vestígios de serras na imagem. Além disso, The Evil Within 2 oferece uma performance que excede a do original. O rácio de fotogramas permanece fixo a 30fps, mas a estabilidade adicional e o excelente motion blur tornam-o mais suave. No entanto, o PS4 e o Xbox One têm problemas no rácio de fotogramas, a consola Microsoft sofre especialmente nos exteriores. A falta de suporte PS4 Pro também é frustrante (está em desenvolvimento), mas pelo menos podes usar o modo Boost para suavizar os pequenos soluços presentes no PS4 bae. Comparativamente, o primeiro tinha problemas para manter 20fps durante cenas de combate, tornando-o difícil de jogar.
Baseado no tempo que jogamos no PS4, The Evil Within 2 está muito além do original em termos de estabilidade e polimento, mas a versão Xbox One precisa de melhorias. Além dos problemas no rácio de fotogramas, o jogo é menos nítido do que a versão PS4 full HD devido ao conversor dinâmico de resolução, que varia entre 1440x810 e 1600x900 dependendo da carga sobre a GPU. Além da resolução e do impacto na claridade, ambas as versões são idênticas - até nas transições de LOD (algo que fica melhor no PC.
Mais um vídeo de The Evil Within 2, agora para as versões Xbox One e PC - ambas ficam aquém da versão PS4 em termos de optimização.











As versões de consoles estão muito além do primeiro, mas a versão PC precisa mesmo de cuidados. Com o equipamento certo, pode produzir melhores resultados que qualquer console, mas o jogo tem soluços quando tentas correr a 60fps, algo que persiste por mais forte que seja o teu equipamento. Depois de problemas similares com o primeiro, isto é uma desilusão.
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Para ilustrar o problema, uma performance 720p60 fixa é impossível num Core i7 5820K a correr a 4.4GHz acompanhado por uma Nvidia Titan Xp - a gráfica mais rápida que o dinheiro pode comprar. Os indicadores sugerem que os componentes PC são mal aproveitados ao procurar rácios de fotogramas superiores, sendo impossível terminar com os soluços. A única forma de desfrutar de uma experiência estável no PC é ativar um bloqueio a 30fps e ativar os efeitos GPU para tirar o máximo proveito do teu equipamento gráfico mal utilizado.
Até tens problemas relacionados com a pouca flexibilidade das definições. Existem muitas opções, mas a 4K numa Titan Xp, descer de ultra para low consegue um aumento de 45fps para 55fps. Não é uma grande margem que te permita ajustar as definições para ter melhor performance e além de perceptíveis melhorias na qualidade de sombras e campo de profundidade, não há muito que separe a melhor experiência da pior. Quando não tens mais opções para ajustar, terás de reduzir a resolução para tentar melhorar a performance - The Evil Within 2 não tem um conversor interno nas suas opções.
Em todas as 3 versões temos resultados muito variáveis. A versão PS4 não tem suporte Pro (algo que nem devia acontecer) mas oferecer uma performance muito estável e bons visuais. Teremos de esperar pelas melhorias na Pro e Xbox One X, mas por enquanto, a versão PS4 base é a melhor disponível. É pena que a versão Xbox One esteja tão mal em comparação - a performance é pior e a resolução inferior.
A versão PC é a mais preocupante. Se tiveres o equipamento necessário, é possível ir além das consolas, mas chegar a 60fps estáveis não é possível. É uma indesejada repetição do que aconteceu com o original e baseado na fraca utilização da GPU e CPU, não devia acontecer. Torna The Evil Within 2 numa conversão altamente exigente que não aproveita o poder da plataforma e baseado no que os jogadores dizem, não estamos sozinhos. As coisas podem melhorar com atualizações, mas esta fraca versão PC é uma desilusão após o excelente Prey.
Mas mesmo com os aspectos menos impressionantes, The Evil Within 2 é uma grande melhoria sobre o original e vale a pena ser jogado. É um jogo de terror brilhante que se sente como um sucessor espiritual de Resident Evil, algo que o original não conseguiu. É uma grande melhoria em vários aspectos e facilmente recomendado na PlayStation - os jogadores Xbox One e PC merecem melhor.