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Se a edição especial com steelbook de Horizon Forbidden West estava na sua mira, tenho uma notícia boa e uma ruim. A boa: a pré-venda já com...




Se a edição especial com steelbook de Horizon Forbidden West estava na sua mira, tenho uma notícia boa e uma ruim.


A boa: a pré-venda já começou e você pode reservar a sua AGORA.


O lado Ruim é que as quantidades são muito limitadas, como de praxe em edições especiais. Elas esgotam rapidamente. Garanta já a sua ou vai ficar sem! 



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Já Garanti a Minha! 

  Neil Newbon, ator que deu vida a Nicholai Ginovaef em Resident Evil 3 remake e Karl Heisenberg e Village sugeriu que voltará a participar ...

 Neil Newbon, ator que deu vida a Nicholai Ginovaef em Resident Evil 3 remake e Karl Heisenberg e Village sugeriu que voltará a participar num jogo Resident Evil que está em desenvolvimento.

Em conversa com o Awfully Irish Podcast, obrigado ao VGC, Newbon sugeriu que voltará a participar num RE, tal como Nicole Tompkins, atriz que deu voz a Jill Valentine RE3 remake e Daniela Dimitrescu em Village.

"Sabes, para mim e para a Nicole, não posso falar de algumas coisas, mas isto não é o nosso primeiro rodeo e poderá nem ser o último. Poderemos ter outras coisas," disse Newbon.

Agora poderemos especular se Newbon regressará numa possível sequela para Village ou em RE4 remake que tem sido alvo de imensos rumores e que poderá ser o próximo grande jogo da série.

  Há um novo modelo PlayStation 5 no mercado - uma unidade da série CFI-1100 que substitui o modelo de lançamento CFI-1000. Já compartilhei ...

 Há um novo modelo PlayStation 5 no mercado - uma unidade da série CFI-1100 que substitui o modelo de lançamento CFI-1000. Já compartilhei informações preliminares sobre a máquina, descobrindo que, em termos práticos, não existe qualquer diferença significativa entre as PS5s antigas e as novas. Contudo, subsistem questões sobre as decisões tomadas em como a Sony entregou esta nova versão do PlayStation 5 e, em última análise, se existe realmente alguma diferença genuína entre elas, particularmente em termos de implicações a longo prazo. Essencialmente, se a instalação do sistema de arrefecimento foi objeto de uma estratégia de redução de custos, será que a máquina funciona mais quente, e se funcionar, até que ponto é que isso realmente importa?




Para avaliar o PlayStation 5 de todas as dimensões, passei algum tempo a conceber uma série de testes de desempenho para a consola, comparando o novo modelo CFI-1100 com uma máquina de lançamento. Isto acabou por ser um pouco mais desafiante do que se poderia imaginar porque, fundamentalmente, um dos maiores sucessos da nova vaga de consolas é que o desempenho do jogo é geralmente excelente. Obter valores representativos é um caso de isolamento de situações repetitivas numa gama de jogos onde podemos ou desbloquear a taxa de fotogramas, ou provocar quedas sustentadas abaixo dos 60 fotogramas por segundo. Em teoria, este teste deve ser inteiramente supérfluo - porque o objetivo de uma consola é que todas as máquinas devem funcionar exatamente da mesma maneira. Dito isto, ocorreu-me que o PlayStation 5 tem um boost de relógio e embora a sua implementação, tal como descrita pela Sony deveria assegurar resultados consistentes de uma máquina para outra, isto nunca foi exaustivamente testado. Entretanto, alguns utilizadores acreditam erroneamente que o boost de relógio é semelhante a uma implementação de PC, que faz ajuste às frequências de acordo com as temperaturas - então porque não pô-lo à prova e colocar o assunto completamente sobre a mesa de uma vez por todas?

A segunda dimensão dos testes resume-se à composição do hardware da própria máquina e depois do meu relatório inicial, fui abordado por Steve Burke da Gamers Nexus para ver se encontrava uma máquina para ele testar. Gamers Nexus é conhecido pela qualidade da sua análise profunda de hardware e ninguém é mais minucioso nos testes, por isso tive o prazer de enviar na minha unidade - que Steve prontamente descascou até aos ossos. A abrangência do trabalho é tal que, embora outros relatórios de hardware tenham surgido desde o vídeo original de Austin Evans que deu início à controvérsia, os resultados da Gamers Nexus são os mais abrangentes e exaustivos. Steve até criou uma 'Frankenconsole' PS5 para comparar temperaturas da mesma placa utilizando tanto o conjunto de arrefecimento original como o renovado, eliminando potenciais diferenças causadas pela lotaria de silício (onde não há dois chips que saiam da linha de produção totalmente idênticos). No processo, aprendemos também mais sobre as alterações feitas pela Sony no interior da máquina.

Realizamos um vídeo discutindo o novo modelo PlayStation 5, com análise de hardware da Gamers Nexus.

Para o utilizador final, no entanto, as diferenças entre as antigas e novos PlayStation 5 são mínimas. A nova máquina é de facto mais leve por cerca de 300g, mas as dimensões físicas são as mesmas e continua a ser uma unidade pesada. No entanto, há uma pequena melhoria em termos de qualidade, e sim, trata-se do agora infame novo parafuso para o suporte. Isto permite que o suporte seja fixado à mão com facilidade suficiente, sem necessidade de uma chave de fendas. É uma boa ideia encorajar os utilizadores a fixar o suporte. Nos testes da Gamers Nexus, adicionar o suporte dá um grau de arrefecimento adicional, embora a remoção total dos painéis laterais também seja vantajosa.

Internamente, o vídeo incorporado abaixo da Gamers Nexus deverá dizer-te tudo o que precisas de saber sobre o desempenho do novo cooler, mas talvez o maior destaque seja que a Sony não se limitou a trocar a unidade térmica, ajustando também a própria placa principal e a placa de base. Os pontos principais dos dias de teste são relativamente simples: há uma melhoria das temperaturas nos reguladores de voltagem, as temperaturas da memória são melhores em alguns aspetos e piores em outros (mas ainda apenas alguns graus de diferença em geral) e, embora o processador principal possa estar alguns graus mais quente, não há provas de que isto apresente algo com que valha a pena te preocupares, assumindo que estás a manter o teu PS5 numa área bem ventilada. Como com qualquer peça moderna de hardware de jogos, fechar a consola em algo como um armário multimídia é fundamentalmente uma péssima ideia, razão pela qual me senti obrigado a incluir alguns testes sobre isto na minha análise de jogabilidade na nova máquina.

Por outro lado, o novo PlayStation 5 tem características semelhantes às da antiga. Fiquei intrigado ao saber que as temperaturas das ventoinhas são ditadas pela potência a ser extraída pelo processador e não a temperatura real do próprio chip. Notei que a nova PS5 parecia um pouco mais alta do que as minhas unidades de lançamento, mas segundo Steve da Gamers Nexus, isto é inteiramente normal - e mesmo entre PS5s da mesma geração, pode haver uma variação por unidade na velocidade da ventoinha de cerca de 100rpm, o que explica a diferença. Há então a sensação de que a PS5 funcionará tão quente quanto necessário para manter o desempenho do sistema e, curiosamente, mesmo que fique significativamente mais quente, as ventoinhas não girarão mais rápido. Se a máquina atingir temperaturas inseguras, desliga-se automaticamente em vez disso. O uso geral da ventoinha é curioso - a Sony é muito conservadora na sua utilização e o arrefecimento poderia ser melhorado apenas com uma alteração mínima na acústica. O objetivo geral é que assegurar uma experiência tranquila parece ser a principal prioridade da Sony.

Aqui está uma profunda análise do novo hardware do PlayStation 5, cortesia da Games Nexus.

Em termos de testes de jogabilidade, tentei ser o mais exaustivo possível aqui, escolhendo uma gama de títulos onde podemos seguir - e repetir - de forma fiável as quedas de desempenho de uma PlayStation para outra. As únicas variações mensuráveis que consegui encontrar resumem-se ao facto de um dos meus modelos PS5 de lançamento estar a utilizar um firmware beta, enquanto que a minha máquina CFI-1100 utilizava firmware de retalho. Ao eliminar a unidade de firmware beta, a nova PS5 foi executada de forma praticamente idêntica à da minha outra PS5 de lançamento.

Desde de ontem, todas os consoles PlayStation 5 foram atualizadas para o mais recente software do sistema e todas as variações desapareceram. Ao aproximar-me do desempenho da PS5, tanto em termos de análise do boost de relógio como no teste da consola a funcionar a temperaturas elevadas, isolei áreas em Godfall, Devil May Cry 5 Special Edition, Resident Evil Village, Control e Marvel's Spider-Man: Miles Morales, onde podíamos replicar renderizações de jogo que desciam abaixo dos 60 fotogramas por segundo.

Foram realizadas várias passagens para estabelecer a estabilidade destas cenas na mesma máquina (algumas áreas de alguns títulos variariam um pouco de passagem para passagem) e depois comparei com o modelo CFI-1100. O resultado final é que o CFI-1100 funcionou exatamente como seria de esperar - e para aqueles preocupados com o fato de que o boost de relógio poder baixar sob temperaturas elevadas, também coloquei o novo PS5 num armário multimídia com pouco fluxo de ar, executei com o console consumindo mais de 200W durante duas horas e depois voltei a compará-lo, não encontrando qualquer diferença, apesar de o próprio console estar muito quente ao toque quando a recuperei do armário e estar realmente quente no exaustor traseiro. O PS5 vai continuar a funcionar até atingir uma temperatura máxima específica e depois desliga-se - mas com base nos meus testes, não vai ficar progressivamente mais lenta da mesma forma que, digamos, um CPU ou GPU de um PC.

Por isso, espero que este teste coloque de uma vez por todas a questão do novo PlayStation 5 fora da mesa, e o resultado final é que posso confiar nos meus resultados iniciais do teste. Sim, o design do cooler no novo PlayStation 5 foi simplificado em alguns aspetos e sim, os resultados da temperatura interna sugerem que, embora mais fresco em alguns casos, a máquina pode funcionar mais quente em outros. A questão central de saber se o novo PS5 é melhor ou pior que o modelo de lançamento pode ser respondida dizendo que são, na sua maioria, muito semelhantes, certamente em termos da experiência do utilizador final. Tive algumas pessoas a perguntar se deveriam procurar ativamente a aquisição de uma consola mais antiga mas, em última análise, a nova máquina está ótima, e isso é uma boa notícia tendo em conta como é difícil adquirir qualquer PS5 - quanto mais um modelo de lançamento que provavelmente chegou ao fim da sua linha de produção.


  A Sony Interactive Entertainment anunciou que Kiichiro Urata é a sua nova contratação. Após trabalhar na Capcom como CEO das divisões nos ...

 A Sony Interactive Entertainment anunciou que Kiichiro Urata é a sua nova contratação.

Após trabalhar na Capcom como CEO das divisões nos Estados Unidos e Europa, Urata vai agora trabalhar como vice presidente sénior e gestor da divisão de desenvolvimento e relacionamento com as parceiras externas na Ásia e Japão.



Desde setembro de 2011 que Urata trabalhava na Capcom e agora, passados dez anos, aceitou um novo desafio para ajudar a PlayStation nas suas relações com os estúdios externos.

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  A sequencia de God of War da PS4, lançado em 2018, chama-se oficialmente God of War: Ragnarok. Este nome já era utilizado entre os fãs e m...

 A sequencia de God of War da PS4, lançado em 2018, chama-se oficialmente God of War: Ragnarok.



Este nome já era utilizado entre os fãs e meios de comunicação para se referirem à sequencia e no PlayStation Showcase de hoje tornou-se oficial com um épico trailer gameplay que mostra sequências inéditas do novo jogo.

God of War: Ragnarok decorre após os eventos do jogo de 2018, com Atreus a querer encontrar respostas acerca da sua identidade e origens. Kratos, cauteloso, quer evitar a todos os custos uma guerra com Asgard (devido aos erros que cometeu no passado).

A Sony Santa Monica já confirmou que em God of War: Ragnarok vamos poder visitar todos os 9 reinos (no jogo de 2018 só podíamos visitar 6). Os reinos que visitaste no jogo anterior terão novas áreas para explorar.

Quanto a melhorias no combate, o estúdio quis dar mais escolhas ao jogador. Teremos combos poderosos, tácticas defensivas, e mestria de diversos elementos para lutarmos contra os novos inimigos da mitologia nórdica.

Os principais antagonistas de God of War: Ragnarok serão Thor e Freya.

  Caso não estejas a par das notícias do mundo dos videojogos - tenho a certeza de que estás! - a PlayStation lançou hoje o   PlayStation Sh...


 Caso não estejas a par das notícias do mundo dos videojogos - tenho a certeza de que estás! - a PlayStation lançou hoje o PlayStation Showcase 2021, uma mostra que contou com uma série de títulos que chegarão futuramente ao PS5.



Caso não tenhas tido a oportunidade de ver, podes conferir neste artigo todos os jogos anunciados no PlayStation Showcase 2021, juntamente com o respetivo trailer do jogo.

Não te esqueças também de clicar nos links caso queiras mais informações sobre cada um dos jogos!



Star Wars: Knights of the Old Republic Remake


Star Wars: Knights of the Old Republic Remake foi o jogo que abriu o evento de novidades para a PlayStation 5, um remake do aclamado RPG lançado pela Bioware em 2003. Confere o teaser já a seguir.








Project EVE


Project EVE 

É um Action RPG singleplayer desenvolvido com o Unreal Engine 4 reminiscente de jogos como Bayonetta e NieR: Automata - o combate rápido, frenético e sempre com uma incrível sensação de estilo fará certamente a delícia dos fãs de jogos de ação.

Tiny Tina's Wonderlands

Tiny Tina's Wonderlands é um spinoff de Borderlands que chegará a 25 de Março de 2022 ao PC (Steam e Epic Games Store), PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S e Xbox One. Podes ver o novo trailer logo a seguir.

Forspoken

Agendado para a Primavera de 2022, Forspoken é o mais recente jogo da Square Enix, a produtora responsável pelo popular Final Fantasy. Durante o PlayStation Showcase 2021, foi mostrado o seguinte trailer que mostra o mundo de jogo, combate e formas de viajar de Forspoken.

Rainbow Six Extraction

Alan Wake Remastered

A Remedy Entertainment aproveitou a PlayStation Showcase para mostrar ao mundo o primeiro trailer de Alan Wake Remastered - o jogo chega a 5 de outubro e conta com o jogo original, as expansões The Signal e The Writer, cenários atualizados, a possibilidade de jogar em resoluções até 4K, cutscenes de melhor qualidade e nova faixa áudio com comentário do diretor.

GTA 5 / GTA Online

A Rockstar apresentou um novo trailer de GTA 5 no PlayStation Showcase 2021 onde descobrimos que o mesmo foi adiado nas versões PS5 e Xbox Series para março de 2022. Além de adiar GTA 5 para a atual geração, a Rockstar também adiou a versão de GTA Online que será vendida em separado.

Ghostwire: Tokyo

Ghostwire: Tokyo, o novo jogo do criador de Resident Evil, Shinji Mikami, recebeu um novo trailer no PlayStation Showcase - nele, poderás ver uma variedade de criaturas sobrenaturais que terás de derrotar numa experiência extremamente bizarra que mistura ação e terror.

Guardians of the Galaxy

Vampire The Masquerade - Blood Hunt

Deathloop

Kid A mnesia Exhibition

Tchia

Uncharted: Legacy of Thieves Collection inclui Uncharted 4: O Fim de Um Ladrão e ainda Uncharted: O Legado Perdido, que chegará de forma remasterizada ao PC e PS5 nos inícios de 2022.

Wolverine

A Sony Interactive Entertainment e a Marvel Games voltaram a unir esforços com um novo videojogo, Wolverine. O jogo está ainda numa fase muito inicial do desenvolvimento, mas promete gameplay inovador e uma narrativa emocional.

Gran Turismo 7

Gran Turismo 7 tem finalmente uma data de lançamento concreta - o jogo chegará à PS5 e PS4 a 4 de Março de 2022. Podes ver a seguir o trailer apresentado no PlayStation Showcase 2021 onde poderás desfrutar de algum gameplay.

Marvel's Spider-Man 2

Marvel's Spider-Man 2 foi anunciado oficialmente como um exclusivo PlayStation 5 para 2023 e será uma continuação da narrativa de Peter Parker e Miles Morales. Para além disso, a sequela vai conter um dos maiores vilões das comics, Venom, que faz inclusive um cameo no trailer.

God of War: Ragnarok

Um dos anúncios mais esperados do PlayStation Showcase 2021, a sequela de God of War da PS4 já tem nome oficial: God of War: Ragnarok. O jogo decorre após os eventos do jogo de 2018, com Atreus a querer encontrar respostas acerca da sua identidade e origens e contará com Thor e Freya como antagonistas.

A Square Enix revelou o alinhamento oficial para o Tokyo Game Show e confirmou o que praticamente já todos esperavam, Final Fantasy 16 vai p...

A Square Enix revelou o alinhamento oficial para o Tokyo Game Show e confirmou o que praticamente já todos esperavam, Final Fantasy 16 vai passar ao lado do evento.

Naoki Yoshida já tinha sugerido que não iriam conseguir preparar algo a tempo, mas agora temos a confirmação oficial. O TGS decorre entre os dias 30 de setembro a 3 de outubro e entre os 14 jogos da Square Enix, não verás Final Fantasy 16.



Guardians of the Galaxy da Marvel, Dragon Quest 10 Offline, Project Triangle Strategy e Stranger of Paradise: Final Fantasy Origin são alguns dos destaques na lista escolhida pela companhia para apresentar aos japoneses.

Forspoken, que ontem esteve em destaque na PlayStation Showcase também será um dos jogos do TGS:

  • Collection of SaGa: Final Fantasy Legend (Switch, PC [Steam], iOS, Android)
  • Deep Insanity: Asylum (PC [Steam], iOS, Android)
  • Dragon Quest X Offline (Por confirmar)
  • Dragon Quest X Online (PS4, Switch, PC, Wii U, 3DS)
  • Final Fantasy: Brave Exvius (PC, iOS, Android)
  • Final Fantasy VII: The First Soldier (iOS, Android)
  • Final Fantasy XIV (PS5, PS4, PC, Mac)
  • Forspoken (PS5, PC)
  • Imperial SaGa Eclipse (PC, Smartphone)
  • Marvel's Guardians of the Galaxy (PS5, Xbox Series, PS4, Xbox One, Switch, PC)
  • Project Triangle Strategy (Switch)
  • Romancing SaGa Re;Universe (iOS, Android)
  • Stranger of Paradise: Final Fantasy Origin (PS5, Xbox Series, PS4, Xbox One, PC)
  • War of the Visions: Final Fantasy Brave Exvius (iOS, Android)

  Cory Barlog confirmou que não será o diretor de God of War Ragnarök, a aguardada sequela de um dos mais aclamados jogos da geração PlaySta...

 Cory Barlog confirmou que não será o diretor de God of War Ragnarök, a aguardada sequela de um dos mais aclamados jogos da geração PlayStation 4, lançado pela Sony Santa Monica Studios em 2018.

Após a PlayStation Showcase, a Sony Interactive Entertainment conversou com alguns dos principais responsáveis pelos jogos que os seus estúdios estão a desenvolver e numa entrevista com a Santa Monica Studios, Eric Williams confirmou que é o diretor em God of War Ragnarök. Williams é um veterano do estúdio que trabalhou em todos os jogos da série como um designer focado no combate.




Williams explicou que "foi sempre uma tradição aqui na Santa Monica, mudar de diretor entre jogos. Tivemos imenso sucesso com isso. O Cory é o único que repetiu como diretor e com todo o direito, ele é muito bom no que faz."

Barlog acrescentou que "o importante para nós é sermos capazes de ter sempre uma perspectiva fresca, mas também um par de pernas fresco, no sentido em que estás realmente exausto no final destas coisas. Por isso, temos de enganar alguém a fazê-lo."

Barlog foi o diretor de God of War 2 e de God of War lançado em 2018 para a PS4, sendo visto como um dos principais responsáveis pelas grandes e aclamadas mudanças que consagraram o jogo como um dos melhores da sua geração.

  A Sony Santa Monica Studios confirmou oficialmente que está a trabalhar em diversos projetos em simultâneo. Durante a PlayStation Showcase...

 A Sony Santa Monica Studios confirmou oficialmente que está a trabalhar em diversos projetos em simultâneo.



Durante a PlayStation Showcase de ontem, o aclamado estúdio da Sony Interactive Entertainment confirmou God of War Ragnarök como o nome da sequencia direta para o God of War de 2018 e que Cory Barlog não é o diretor deste novo esforço.

Perante isto, a questão é no que está a trabalhar Barlog se não está em God of War Ragnarök?

A resposta chegou numa transmissão pós-Showcase na qual Eric Williams foi apresentado como o diretor, cumprindo uma longa tradição do estúdio, o que permite a Barlog focar-se nos outros projetos que estão a decorrer na companhia.

"Na verdade, estamos a fazer várias coisas," disse Barlog após ser questionado sobre o que está a fazer, uma vez que não está na sequela de God of War.

"Todas as coisas que estamos a fazer e que estás tentado a saber o que são, mas não tenho mesmo nada do qual possa falar especificamente neste momento, especialmente porque estamos principalmente focados em God of War Ragnarök."

A Sony Santa Monica confirma assim que trabalha em vários projetos em simultâneo, tal como sugerido por recentes procuras por funcionários, mas continuamos sem saber mais nada pois Barlog diz que é muito cedo.

   Às 17h do horário de Brasília, fiquem ligados para conhecer o futuro do PS5. O PlayStation Showcase 2021 terá 40 minutos, e mostrará as n...


 

 Às 17h do horário de Brasília, fiquem ligados para conhecer o futuro do PS5. O PlayStation Showcase 2021 terá 40 minutos, e mostrará as novidades da PlayStation Studios e de alguns dos desenvolvedores mais criativos do setor para os jogos que serão lançados no final do ano e depois. E fique ligado após a apresentação para receber mais novidades de algumas das equipes dos estúdios que aparecerão na transmissão.




Finalmente temos o tão desejado jogo que impulsiona Tales of para um novo patamar. Depois de anos a receber críticas de estagnação e a ver a...

Finalmente temos o tão desejado jogo que impulsiona Tales of para um novo patamar.




Depois de anos a receber críticas de estagnação e a ver as vendas a cair de jogo para jogo, a Bandai Namco decidiu dar finalmente à série Tales of um novo rumo e utilizou Arise para esse efeito. Depois de lançar 8 jogos em 10 anos, a série Tales of começou a apresentar sinais de desgaste, especialmente nos seus visuais datados e personagens que conquistavam ou irritavam profundamente.
 Berseria deu sinais de melhorias e ostentou uma qualidade muito interessante, mas há muito que paira algo sobre a série Tales of que parecia não a deixar ir mais além, fossem os visuais, as personagens ou simplesmente a sensação que pouco mudava de jogo para jogo. Com o intuito de reavaliar e evoluir a série Tales, a equipe recebeu sangue fresco e teve mais tempo para desenvolver Arise, que chega mais de 5 anos depois de Berseria.

O resultado mais do que recompensou esta aposta num projeto de maior ambição. Ansiosa por refrescar a imagem da série, a Bandai Namco reconheceu o potencial para colocar o nome Tales ao lado dos JRPGs mais elogiados e até dos mais mainstream. Pensado como um projeto de maior qualidade e com fortes ambições tecnológicas, em conjunto com as artísticas, posso dizer com todo o gosto que Tales of Arise é o jogo pelo qual tanto esperaste. Se muitos novatos estão a ser atraídos para este jogo graças aos visuais ou sistema de combate, os veteranos podem sorrir pois este é o jogo que desejavam e que lhes dará um grande ânimo por terem permanecido fieis à série. Especialmente porque é perceptível a ambição do projeto e o maior tempo para o desenvolver.

Tales of Arise é um jogo extremamente bem polido, equilibrado e afinado, algo que facilmente sentes no gameplay. A Bandai Namco cortou imensas das artificialidades que pareciam padrão nos JRPGs para tornar a experiência muito mais dinâmica. Usou também o Unreal Engine 4 para visuais gloriosos e trabalhou num elenco que torna a narrativa ainda mais apelativa. Ao conquistar mais tempo para desenvolver Arise, apostar em maior ambição e equilibrar a equipe com sangue novo, a Bandai Namco poderá ter encontrado a fórmula para eletrizar a série Tales of.

Uma nova era na série Tales

Apesar de brilhar com um novo esplendor, Arise mantém muita da identidade da série Tales of, mas é precisamente este misturar de elementos clássicos com traços novos que o eleva acima do que foi feito na última década, onde a série estagnou. A estrutura permanece muito linear e agora nem mapa mundo tens. As áreas de maior escala são muito similares ao que viste na demo, mas isso parece ter sido o preço a pagar por visuais de grande qualidade, uma fluidez incrível de movimentos, batalhas estimulantes, e ainda uma história fácil de acompanhar e interessante de seguir suportada por boas personagens. É verdadeiramente uma nova era para Tales of. Existe um antes e depois de Arise.

Arise é basicamente uma história sobre a perseguição da liberdade, na qual os escravizados Dahnans tentam libertar o seu planeta da opressão dos Renans. Tudo começa com Alphen, um escravo sem memórias que trabalha nas minas em Legalia, uma das cinco regiões do planeta Dhana, onde no seu céu está o planeta Rena. No entanto, quando um dia se depara com Shionne, uma Renan perseguida por Renans, a sua vida muda por completo e dará por si no meio da rebelião contra os cinco Lordes Renan. Descobrir as intenções de Shionne, as memórias de Alphen e o porquê de todo o planeta Dhana estar a ser escravizado pelos Renans - mais avançados tecnologicamente - são forças constantes que te fazem sentir prazer em jogar mais, avançar nas masmorras lineares, e enfrentar bosses para saber mais da narrativa.

Tales of Arise removeu muitos dos clichés dos jogos anteriores e não aposta nos maus hábitos que parecem assombrar os JRPGs de outrora. Não existem aqui personagens acrianças ou temáticas patetas, todas as personagens têm estilo e substância. De uma forma ou outra, todas sofreram horrores com a escravização e, mesmo Shionne, uma Renan no meio de um grupo de rebeldes Dahnans, tem os seus propósitos contra o próprio povo. São personagens que dão gosto descobrir e uma trama que se desenrola a ritmo satisfatório.

A qualidade dos personagens e da narrativa, em conjunto com os visuais renovados e o sistema de combate eletrizante, já fazem com que o jogo se erga acima da esmagadora maioria do que veio antes, mas é o tom épico de todos os seus quadrantes a funcionar em uníssono que realmente impressiona. Os visuais são incríveis e, quando as batalhas alcança uma qualidade quase anime, é impossível não ficar impressionado - especialmente nas boss fights, com diversos especiais a acontecer e com o motor de jogo a permitir cinemáticas espetaculares.

No entanto, diria que é o quão refinado está que realmente te vai deixar rendido após horas e horas de jogo. Na demo facilmente percebeste um dos principais indicadores da filosofia da equipa: dinamizar ao extremo o ritmo e consequente prazer que retiras do jogo. Quando a batalha termina, não tens a habitual pausa com pose de vitória e EXP ganha, sais logo desse ecrã e a EXP é revelada de forma dinâmica e não intrusiva no lado esquerdo do ecrã. São exemplos de uma nova atitude refrescante que solidificam ainda mais o desfrutar deste Arise. Não existem os habituais entraves artificiais ao progresso ou mecânicas que terás de suportar para prolongar a longevidade. As viagens rápidas ficam disponíveis muito cedo e, em conjunto com os loadings muito rápidos, tornam a tarefa de cumprir missões secundárias muito rápida.

Um sistema de combate frenético do qual não te cansas

Se jogaste a demo de Arise sabes bem o que te espera aqui: um sistema de combate eletrizante que quase o transforma num fighting game com os seus golpes combinados e combos. Arise mantém os princípios básicos do Linear Motion Battle System, mas aposta num maior dinamismo e alternar frenético entre os botões do comando para tornar tudo mais empolgante. Existe um forte foco nas esquivas perfeitas para buffs e ataques velozes, elementos que traçam fortemente o perfil deste sistema de combate, mas diria que são as mecânicas como o Boost Strike e Combos que realmente formam a faceta mais marcante destes combates que jamais cansam.

Ao longo das mais de 45 horas necessárias para o terminar, não me cansei do sistema de combates e, apesar de ocasionalmente o grind ser demorado, foi sempre divertido derrotar mais e mais inimigos. Isto porque és incentivado a alternar entre os ataques normais e os movimentos especiais (sendo também recomendado não repetir ataques especiais, como quem diz, martelar o mesmo botão). Se conseguires atordoar o adversário (estado Break), surge um ícone à sua frente e com os teus ataques podes permitir ativar o Boost Strike. Estes são ataques nos quais duas personagens unem esforços e despoletam movimentos incríveis, dignos das melhores anime. São momentos incrivelmente explosivos e que injetam imensa eletricidade na experiência. Ao ativar o Boost Strike, o dano não se aplica somente a um adversário, mas sim a todos os que estão à volta e potencialmente, podes usar a estratégia de colocar um determinado alvo em Break, chegar ao Boost Strike e causar imenso dano de área para ceifar grande parte ou toda a vida a um adversário mais forte.

Tales of Arise deu-me mesmo a sensação de estar a jogar um Tales, mas que ao mesmo tempo consegue tornar-se em algo novo e empolgante. É um dos maiores trunfos alcançados pela equipa de desenvolvimento. Não me cansava de combater para experimentar o efeito de novas habilidades, descobrir um melhor encadeamento de habilidades para tornar mais fluídos os movimentos dos personagens e poupar nos gestos desperdiçados para assim maximizar as possibilidades de alcançar o Boost Strike devastador. Tales of Arise consegue ser apaixonante.

O poder da atual geração, gráficos excelentes e uma Trilha sonora maravilhosa

Tales of Arise foi jogado na PlayStation 5, onde os loadings são incrivelmente rápidos (3 a 5 segundos para ir do menu ao gameplay, por exemplo) e o modo performance a 60fps corre com incrível qualidade. Mesmo usando várias habilidades especiais com os quatro membros da equipa no ecrã e vários inimigos, o jogo não para e permanece deliciosamente fluído, como uma espécie de anime interativa. Os visuais no modo performance sofrem com algum pop-in, mas no geral temos um jogo com uma qualidade visual altamente apelativa e que está muito, mas mesmo muito acima do que foi feito anteriormente na série.

Parte dos esforços para dinamizar a série Tales of e aumentar a sua popularidade mundial entre as massas está na transição para o Unreal Engine e gráficos muito acima do aspeto datado de Berseria ou Zestiria, o que em conjunto com o design artístico e locais que percorres, resulta numa maravilhosa aventura ao longo de um mundo no qual queres permanecer. Um grande elogio também para Motoi Sakuraba, que volta a assinar mais uma deslumbrante banda sonora e demonstra que a Bandai Namco fez muito bem em manter esta aposta.


Um JRPG memorável

Com Arise, a Bandai Namco vê a série Tales of a conquistar finalmente o direito de se colocar ao lado de pesos pesados como Dragon Quest 11 ou Final Fantasy 7 Remake, JRPGs capazes de conquistar as massas. É um jogo incrivelmente refinado, polido e equilibrado, com um sistema de combate divertidíssimo, elenco e temáticas interessantes, locais belos de conhecer, e visuais de arregalar as vistas que combinam tecnologia e direção artística com grande capacidade. A sua linearidade poderá incomodar alguns, mas perante o nível de polimento e o quão equilibrados estão todos os elementos da experiência, não incomodou nem um pouco passar por áreas de movimento mais restrito para desfrutar de tamanha qualidade geral.



Prós:Contras:
  • Jogo extremamente polido e equilibrado que elimina praticamente todas as artificialidades associadas aos JRPGs para se tornar divertido, prático e incrivelmente fluido
  • O uso do Unreal Engine 4 combinado com uma bela direção artística permite um mundo visualmente impactante
  • Sistema de combate sensacional assente em combos que te incentivam a diversificar ataques e manter a ação a grande ritmo
  • Elenco de personagens muito apelativo que terás gosto em acompanhar
  • Banda sonora deslumbrante
  • O Modo Performance a 60fps torna os combates ainda mais incríveis
  • Enredo interessante
  • Espetaculares golpes especiais combinados que resultam em momentos que parecem anime
  • Livre de artificialidades, com um sistema de viagem rápida e atalhos que torna tudo mais fluído e intuitivo
  • Falta alguma variedade e profundidade às missões secundárias
  • Pop-in nos cenários ao jogar em modo performance
  • A quase total linearidade das masmorras poderá não agradar a todos