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Capcom anunciará novo Resident Evil no dia 9 de setembro; “Project Resistance”

A Capcom inaugurou um  site teaser para “Project Resistance” . Trata-se de um novo  Resident Evil  para PS4, Xbox One e PC. A revelação d...

A Capcom inaugurou um site teaser para “Project Resistance”. Trata-se de um novo Resident Evil para PS4, Xbox One e PC.
A revelação do título ocorrerá no dia 9 de setembro, às 12h no horário de Brasília. Você poderá acompanhar pelo YouTube (InglêsJaponês).
“Project Resistance” estará na Tokyo Game Show 2019 que acontece entre os dias 12 e 15 de setembro. Gameplay será exibido na ocasião pela primeira vez.
Vale ressaltar que a Capcom realizará testes de um novo Resident Evil (a empresa convidou os fãs) nos dias 8 e 9 de setembro no Japão, assim como nos dias 20, 21 em Los Angeles e 23 e 24 em New York. Sem dúvidas trata-se desse Project Resistance.



Atualizado com imagens:



Fonte:
Gematsu

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Jogos Gratuitos para PlayStation Plus de Setembro: Batman: Arkham Knight, Darksiders 3

Vista o capuz de Batman e ande pelos tetos de Arkham City, ou liberte sua fúria interna no terceiro capítulo da história Darksiders, com a ...

Vista o capuz de Batman e ande pelos tetos de Arkham City, ou liberte sua fúria interna no terceiro capítulo da história Darksiders, com a próxima leva de jogos gratuitos mensais para membros PlayStation Plus, disponíveis para download a partir da próxima terça-feira, 3 de setembro.

Vamos dar uma olhada mais de perto:

Batman: Arkham Knight

Entre nas ruas em guerra de Arkham City como o mais icônico inimigo do crime na ação e aventura neo-noir da Rocksteady, que traz o explosivo final para a série Arkham.
Vista o lendário capuz negro e explore a vasta metrópole, agarrando-se em paredes e pulando por telhados, planando entre prédios ou zarpando pelas ruas no super poderoso Batmóvel.
Lute contra alguns dos mais icônicos inimigos do cruzado encapuzado, incluindo Scarecrow, Harley Quinn, Killer Croc e mais, combatendo brutalmente com as mãos ou usando uma série de ferramentas para libertar a cidade uma vez por todas.
Você está pronto para se tornar o Batman?

Darksiders III

Uma aventura cheia de ação visceral, Darksiders III coloca você em um mundo de fantasia negra cheio de ambientes diversos, inimigos perigosos, segredos escondidos e armas e habilidades para destravar.
Jogue como Fury, a mais imprevisível e enigmática dos Quatro Cavaleiros do Apocalipse, conforme ela retorna à Terra para caçar e destruir os Sete Pecados Capitais. Cace cada um dos Sete Pecados, destrua seus lacaios e restaure o balanço entre bem e mal na Terra.
Que o apocalipse comece…

Tanto Batman: Arkham Knight quanto Darksiders III estarão disponíveis para download na PlayStation Store entre 3 de setembro e 30 de setembro.
Enquanto isso, você ainda tem alguns dias para baixar .
 é uma experiência de corrida rápida e futurista com circuitos e combate que desafiam a gravidade, enquanto  é um jogo de tiro e furtividade que se passa no auge da Segunda Guerra Mundial.
Ambos os jogos estarão disponíveis para download até 2 de setembro.
Nos vemos novamente no próximo mês!

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Control - Análise - O melhor jogo da Remedy

Jogo do estúdio finlandês Remedy Entertainment, casa dos primeiros dois Max Payne, Alan Wake e de Quantum Break. Durante anos este estúdi...



Jogo do estúdio finlandês Remedy Entertainment, casa dos primeiros dois Max Payne, Alan Wake e de Quantum Break. Durante anos este estúdio tem vindo a aperfeiçoar a sua técnica de produção de videojogos, procurando criar uma mistura homogênea entre apresentação, jogabilidade e narrativa. Control não atinge a perfeição neste parâmetro, mas anda lá perto. É um jogo que transborda mestria e que revela uma obsessão com todos os pormenores. Do princípio ao fim, um deleite em formato de videojogo.

O que é Control?

De forma simples, Control é um jogo de ação e aventura na terceira pessoa. Logo na escolha do título para o jogo, a Remedy toca em múltiplos sentidos. O jogo inteiro decorre na Oldest House, um edifício de arquitetura brutalista localizado em Nova Iorque e que serve de centro de operações para o FBC (Federal Bureau of Control). No papel de Jesse Faden, que se apresenta como a nova diretora do FBC, terás que lutar pelo controlo do edifício, capturando pontos de controlo espalhados pelos seus enormes pisos e corredores. Num sentido mais metafórico, também podemos atribuir Control ao esforço de Jesse para controlar os seus poderes e, indo mais além, a sua sanidade mental.
"Do princípio ao fim, um deleite em formato de videojogo"
Quando digo que Control é o jogo mais estranho que tenho memória, não estou a exagerar. Esquece todas as convenções lógicas quando entrares na Oldest House. Neste edifício, cujo interior é muito maior do que as suas dimensões físicas exteriores, as regras que conheces da física não se aplicam. Com Alan Wake e Quantum Break a Remedy tornou evidente o seu interesse no oculto, no sobrenatural e no exoterismo. Control vai mais longe do que os jogos anteriores do estúdio, apresentando uma realidade que, mesmo quando os créditos começam a rolar, ainda é difícil de compreender. Mas a dimensão hiperfísica não é descontrolada ou caótica, é regulada e metódica. A Remedy claramente pensou exaustivamente na criação deste mundo.
A ameaça que enfrentas, uma identidade que a nossa protagonista rapidamente baptiza de "Hiss", um ruído ou som impuro vindo de outra dimensão que tomou conta do edifício e que transformou as forças do FBC numa espécie de zombies - não no sentido literal, mas no âmbito de que perderam o livre arbítrio e consciência. O Hiss é simbólico de toda a experiência de Control. Uma coisa que é difícil de compreender, sendo uma identidade que nunca assume forma física e com um propósito que nunca chegas bem a entender. Pelo edifício encontrarás centenas de documentos que explicam o que é o FBC, qual o seu propósito, os testes que são realizados e que catalogam os objetos de poder, que estão no centro da trama de Control.
Os teus incríveis poderes em Control

Na jogabilidade, Control é uma evolução daquilo que a Remedy procurou alcançar em Quantum Break - um jogo que mistura as mecânicas convencionais de um third-person shooter com incríveis poderes. Apesar de ser um TPS e de praticamente todos os jogos deste género recorrerem ao sistema de cobertura característico de Gears of War, a Remedy não o adoptou em Control e, quanto mais jogamos, mais percebemos o porquê desta decisão. Em primeiro lugar, o sistema de cobertura seria um entrave aos poderes que eventualmente adquirires, nomeadamente a possibilidade de levitar e de criares um escudo composto por detritos. Em segundo, um sistema de cobertura típico de Gears of War prejudicaria a maravilhosa estética e design que a Oldest House apresenta no seu interior.
"Um jogo que mistura as mecânicas convencionais de um third-person shooter com incríveis poderes"
Quanto mais jogas Control e desbloqueias novos poderes interagindo com os objetos de poder (que são objetos normais tipo frigoríficos e telefones com bizarras propriedades e comportamentos), melhor a jogabilidade se torna. É uma união fantástica e divertida entre tiros e poderes sobrenaturais. Tanto estás a disparar como de repente estás a pegar em objetos do cenário e a arremessá-los com enorme força contra os inimigos. Não é meramente a inclusão destes elementos que tornam Control num jogo divertido, é a forma como a Remedy conseguiu aperfeiçoar todas as mecânicas. É um jogo bem feito, que dá gosto jogar. Isto é mais fácil dizer do que se fazer. Para conseguir isto, o estúdio combinou a sua experiência com potente tecnológica gráfica e de simulação de física.
Muito do prazer de jogar Control advém da interação com os cenários. Sendo basicamente um escritório do FBC, qualquer sala da Oldest House está decorada com uma enorme quantidade e variedade de objetos: candeeiros, sofás, frigoríficos, secretárias, cadeiras, computadores, entre muitos outros. É possível interagir com eles todos, pegando neles e atirando-os violentamente em qualquer direção. Podes até usar os corpos de inimigos derrotados como arma de arremesso e, eventualmente, conseguirás até parar rockets enviados contra ti e lançá-los de volta contra os adversários. Em conjunto com isto, tens uma destruição de cenários incrível que aumenta a sensação de que aquilo que tu fazes tem influência no mundo de Control.

Um TPS por fora, um Metroidvania por dentro

A Remedy aplicou muito do que aprendeu em jogos anteriores em Control: as armas e os tiroteios vêm dos tempos de Max Payne, os poderes incríveis de Quantum Break, e a narrativa de Alan Wake, mas houve um desejo de ir além das experiências lineares. O seu novo jogo está construído como um metroidvania - existe uma estrutura na narrativa que tens de seguir para progredir, mas assim que desbloqueias novos poderes e níveis de acesso na Oldest House, podes voltar a áreas anteriores e aceder a sítios que previamente eram inacessíveis. A área de jogo é gigante e, para facilitar a tua deslocação, existem os pontos de controlo, zonas específicas do edifício em que o poder converge. Mesmo com os pontos de controlo e com um mapa, a navegação pode ser uma experiência confusa. Existem muitas pequenas salas, corredores e andares que podem dar-te um nó na cabeça quando estás a tentar chegar ao local do próximo objectivo.
"Não completamos todas as missões secundárias, mas algumas delas valem a pena porque te levam a confrontos com bosses gigantes"
Para além das missões da história, vais encontrar missões secundárias que, se quiseres, podes reservar para o endgame. Basicamente, depois de chegares ao final de Control, podes permanecer a jogar e a completar as missões que deixaste ficar para trás. Também podes continuar a evoluir a personagem, desbloqueando mais nódulos na árvore de poderes, e evoluindo as várias armas. Não completamos todas as missões secundárias, mas algumas delas valem a pena porque te levam a confrontos com bosses gigantes (e mais não digo para evitar spoilers). A exploração é compensada com materiais e modificações tanto para a arma como a personagem, melhorando a cadência de disparo, reduzindo o recoil, aumentado o dano das balas, o tamanho tua barra de energia (da qual estás dependente para libertares os poderes), entre outras coisas.
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Prepara-te para encontrar coisas estranhas na Oldest House. As pessoas imóveis a flutuar são bastante comuns.
Control não é um jogo difícil, mas tem momentos desafiantes. As armas não gastam qualquer munição, mas depois de vários tiros, precisas de esperar uns segundos para as voltares a usar. A ideia é obrigar-te a combinar os teus poderes com as balas, sem recorrer exageradamente a um dos dois. A parte mais difícil de gerir é a barra de vida, que mediante as circunstâncias, pode desaparecer rapidamente. O risco em Control é encorajado porque, para encheres a tua barra de vida, precisas de um material azul luminoso largado por cada inimigo que derrotas. Portanto, quando estás prestes a perder, a única solução é mesmo atacar para recuperar a vida.

Mestria audiovisual

O novo jogo da Remedy é demonstração poderosa das capacidades do Northlight Engine, o motor proprietário da Remedy e que já tinha sido usado em Quantum Break. Cada milímetro da Oldest House assume um realismo espetacular, fruto da combinação entre texturização de materiais e da complexa iluminação, que combina as sombras, os reflexos em materiais polidos e a refracção da luz quando incide nos diversos materiais. Para atingir estes resultados impressionantes, a Remedy combinou várias técnicas complexas, mas o resultado está à vista: Control é um jogo lindo de se ver, seguramente um dos melhores da geração e um dos mais impressionantes do ponto de vista técnico.
control_analise_screenshot
Nesta imagem consegues ver os efeitos gráficos de Control (repara nas marcas da esfregona!) e uma das personagens mais misteriosas: o homem da manutenção (apenas uma de várias personagens bizarras que vais encontrar).
Mas não são apenas os gráficos que tornam a Oldest House num edifício altamente credível. Como disse logo no início, Control simboliza a ambição da Remedy criar uma mistura homogênica entre todos os elementos que compõe um videojogo. Um desses elementos, que geralmente passa despercebido, é som. O design sonoro de Control credibiliza cada uma das suas cenas. O som num escritório todo alcatifado não será certamente igual ao som propagado numa sala de betão exposto, tecto elevado e imenso espaço vazio. A Remedy levou em conta todos estes factores que, apesar de pequenos, são essenciais para distinguir os bons jogos daqueles que são extraordinários.
Control é um jogo extraordinário.

Prós:Contras:
  • Original, singular e envolvente
  • Jogabilidade divertida que combina na perfeição tiros e poderes sobrenaturais
  • Mestria audiovisual
  • Uma bizarra narrativa para os fãs do oculto e de fenômenos estranhos
  • Os elementos de progressão e estrutura metroidvania potenciam a experiência
  • Em raras ocasiões, a câmera assume uma perspectiva em que a personagem fica à frente da mira
  • A tradução das legendas para português do Brasil é sofrível, contendo inúmeros erros de escrita

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Nova demo de The Last of Us 2 foi mostrada à porta fechada

Uma nova demo gameplay de The Last of Us: Part 2 foi mostrada à porta fechada. De acordo com o Twitter "Gaming Forte", a demo ...


Uma nova demo gameplay de The Last of Us: Part 2 foi mostrada à porta fechada.
De acordo com o Twitter "Gaming Forte", a demo foi mostrada num evento dedicado aos gestores das lojas GameStop. A demo mostrou alegadamente os elementos de stealth e como poderás usar os clickers para ganhares vantagem.


O vídeo gameplay foi descrito como curto, mas uma boa amostra da jogabilidade do jogo. Os fãs agora especulam que este vídeo gameplay será revelado a 26 de Setembro, a data do Outbreak Day no universo de The Last of Us.
Oficialmente, a Sony ainda não disse quando é que revelará mais novidades de The Last of Us: Part 2. A companhia sabe, claro, que os fãs estão ansiosos para saber mais sobre o próximo jogo da Naughty Dog, o estúdio mais consagrado dos Worldwide Studios da Sony.

21 de Abril de 2020, a data de lançamento para The Last of Us: Part 2?

Em resposta ao Gaming Forte depois de partilhar que uma nova demo de The Last of Us: Part 2 tinha sido mostrada, Daniel Ahmad, analista senior na Niko Partners, avançou com um número estranho "41750".
Ninguém sabe ao certo o significado deste número, mas há duas horas alguém parece ter resolvido o mistério. El Manco, um programador de videojogos de Madrid, respondeu que inseriu o número no Excel e que formatou a célula com a categoria "Data" e Mês / Dia no "Tipo".
O resultado é 4/21, que pode ser a data de lançamento para The Last of Us: Part 2. Sublinhamos que nada disto passa de especulação.

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