Quase ninguém aderiu.
O boicote organizado pelos jogadores da PlayStation 5 não teve grande resultado. A iniciativa, que tentou ganhar força nas redes sociais com a hashtag #PS5Blackout, acabou por não fazer qualquer mossa nas estatísticas e na utilização diária das consolas da Sony.
Os números não mudaram
A confirmação veio de Mat Piscatella, o conhecido analista da empresa Circana. Ao avaliar os dados do mercado norte-americano, o especialista revelou que não existiu qualquer queda na quantidade de utilizadores ativos ou no tempo de jogo. A iniciativa passou completamente ao lado da grande maioria da comunidade e a atividade na PS5 continuou exatamente igual.
Mesmo com as estatísticas a dizerem que o boicote foi um fracasso, o organizador do protesto pediu para continuarem. Ele chegou a pedir para a comunidade não comprar Grand Theft Auto 6, só para manter a pressão contra a Sony.
Pedir aos jogadores para ignorarem um dos lançamentos mais esperados da década só faz com que o sucesso deste protesto seja ainda mais improvável.
A guerra dos discos
Toda esta confusão está na revolta contra a transição para o formato digital. Uma fatia de jogadores continua frustrada com a decisão da Sony em apostar cada vez mais nas consolas sem leitor, deixando o formato físico de lado.
A revolta online foi tão grande que a empresa teve mesmo de atualizar as suas regras da comunidade, para travar os insultos e a toxicidade nas plataformas oficiais da PlayStation. Mas com ou sem protestos, a Sony parece confiante no caminho que escolheu, até porque as vendas digitais na PlayStation Store continuam a dominar as preferências do mercado em geral.
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Gamers não tem cerebro, a burrice fala mais alto.